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Brasil

Especialistas explicam como encontrar ouro no Brasil: a nova redescoberta do minério dourado

Estima-se que apenas 12% do potencial de ouro em Goiás e outros estados foi explorado

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Ainda há muito ouro debaixo da terra. E o Brasil pode voltar a ter a corrida do ouro em estados como Goiás, Mato Grosso, Pará, Bahia, Rio Grande do Norte e Amazonas. Isto é o que afirmam especialistas em prospecção de ouro.

Quatro séculos depois do ciclo do ouro que encheu os olhos da Coroa Portuguesa e levou brasileiros e estrangeiros atrás do enriquecimento rápido, o Brasil está diante da maior corrida de todos os tempos pelo metal.

No Centro-Oeste e no Norte, minas até então intocadas tornaram-se economicamente viáveis, assim como outras consideradas esgotadas em Minas Gerais e no Nordeste. A produção brasileira é muito pequena, apenas 12% de seu potencial.

Há 10 anos atrás, existiam no país 2.819 garimpos legais em atividade. Mas o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) já concedeu somente naquele ano, 1.270 novas autorizações de pesquisa em áreas a serem exploradas, e analisa outros 1.173 pedidos encaminhados por empresas e cooperativas.

COMO E ONDE ENCONTRAR OURO:

 1° DICA – PARA BEIRA DO RIOS RIACHOS E CACHOEIRAS.

A – É preciso fazer um pouco de pesquisa  para descobrir para onde o ouro flui quando desce das montanhas.
O ouro fica, geralmente, em áreas nos leitos dos riachos com poucos bancos de areia ou onde a corrente diminui e faz redemoinhos.

B – Nas margens dos rios onde apresenta o afloramento de pedra e cascalho é indispenssavel reparar nas pedras que estão nas margens cavando na parte
dos fundos onde correria as águas dos remanços, jeralamente acomilão cascalhos e areia. E té mesmo retirando algumas do seu lugar para poder cavar
abaixo delas.

C – Se  encontra uma fissura na jazida que parece ser o lugar certo para o ouro ter se depositado em sua jornada pela água,
ela trabalha uma hora ou mais para alargar a fenda e, então, dragar os sedimentos internos e procurar por pepitas na bateia.

D – Garimpeiros mais insistentes investem um pouco mais em equipamento. Uma máquina de dragagem motorizada,
por exemplo, custa em torno de US$ 1 mil a US$ 5 mil. Flutuando em barcas, o aparelho possui um bocal que suga grandes quantidades de material do leito do rio ou riacho.

E – Ou talvez tentem usar um detector de metal, ao custo de algumas centenas de dólares a até US$ 4 mil. Prospectores com um detector podem encontrar pepitas de 450 gramas do tamanho da borracha de um lápis ou “ouro incrustado em quartzos,” disse Jim Hutchings, presidente da divisão de Sacramento da Associação de Prospectores de Ouro da América.

F – Um banho de ácido clorídrico corrói o quartzo, deixando um tipo incomum de ouro que pode chegar a valer centenas de dólares entre colecionadores interessados.

G – “Muitos caras que conheço mantêm o ouro na água,” diz Lawrence. “É uma questão de ego – a água tende a ampliar o ouro e faz parecer que você tem muito mais do que conseguiu.”

H – Além da bateia
Alguns caçadores de ouro vão um pouco mais além em sua perseguição.
O equipamento de Gloria Marie inclui um pé-de-cabra (que funciona como bengala), uma marreta de 1,8 kg, um cinzel e um aparelho de sucção manual.

I – É facultado a qualquer brasileiro ou cooperativa de garimpeiros que esteja regularizado no Departamento  Nacional de Produção Mineral órgão no país que controla e fiscaliza todas as atividades de mineração.

J – Importante;  as pedras que estiverem fora do rio é só olhar a posição em que a água do rio esta correndo e cavar por debaixo delas pois quando tinha água correndo nelas, fazia um remanso por de trás delas e ficando com depósitos de ouro ou sedimentos ao redor e por debaixo.

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Brasil

Coordenador da operação Lava-Jato na PGR deixa o cargo

José Alfredo de Paula, pediu exoneração do cargo e deixou a função na última sexta-feira, a dois meses do fim da atual gestão

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O coordenador da força-tarefa da Lava-Jato na PGR, José Alfredo de Paula Foto: Valter Campanato / Valter Campanato/Agência Brasil

Em mais um capítulo na sucessão da Procuradoria-Geral da República ( PGR ), o coordenador do grupo de trabalho da Operação Lava-Jato na PGR,José Alfredo de Paula , pediu exoneração do cargo e deixou a função na última sexta-feira, a dois meses do fim da atual gestão da procuradora-geral, Raquel Dodge .

Interlocutores do procurador afirmam que ele estava insatisfeito com o ritmo lento das investigações, emperradas devido ao excesso de centralização do gabinete de Raquel Dodge, e com a tentativa de recondução fora da lista tríplice.
ATRITOS

Procuradores reclamam que a PGR tem sido lenta, na atual gestão, no andamento das investigações de autoridades com foro. A queda na assinatura de acordos de delação premiada também ocorreu. De janeiro até 31 de maio deste ano, segundo o gabinete do ministro Edson Fachin, do STF, a PGR instaurou apenas três inquéritos no âmbito da Lava-Jato.

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A Terra é plana para cerca de 11 milhões de brasileiros, aponta pesquisa do Datafolha

Pesquisa entrevistou 2.086 pessoas (de 16 anos ou mais) em 103 cidades do País.

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De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha realizada entre os dias 4 e 5 de julho, 7% dos brasileiros (cerca de 11 milhões de pessoas) acreditam que a Terra é plana.

A pesquisa entrevistou 2.086 pessoas (de 16 anos ou mais) em 103 cidades do País. Entre elas, 90% afirmaram que a Terra é redonda. Ou seja, o número de pessoas que apoiam o fato científico do planeta ser uma esfera ainda é grande, mas o número de terraplanistas vem crescendo. Principalmente entre os mais jovens, menos escolarizados e cristãos.

O levantamento aponta que a ideia do terraplanismo é apoiada por 7% dos brasileiros com menos de 25 anos. A porcentagem cai para 4% na faixa etária entre 35 e 44 anos.

Outro fator importante é a escolaridade. Segundo a pesquisa, das pessoas que acreditam que a Terra é plana, 10% possui apenas o ensino fundamental, 6% concluíram o ensino médio, e 3% o ensino superior.

No que diz respeito a religião, os cristãos são maioria entre os terraplanistas. A pesquisa apontou católicos e evangélicos representam 8% e 7%, respectivamente, dos brasileiros que acreditam na Terra plana. Entrevistados de outras crenças mostraram números diferentes. Como os adeptos de religiões afro-brasileiras como candomblé e umbanda, por exemplo. Deles, 0% se disseram terraplanistas.

A margem de erro máxima da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

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