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Brasil

Globo fica de fora da Campanha de R$ 40 milhões da Previdência do Governo Federal

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A campanha do governo para defender a reforma da Previdência terá ações de merchandising em programas da TV aberta. As iniciativas, que fazem parte do plano de mídia preparado pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), serão veiculadas em todas as grandes emissoras abertas de alcance nacional (SBT, Record, RedeTV! e Band), com exceção da Globo.

As ações de merchandising acontecem quando o próprio apresentador do programa explica como funciona o produto ou serviço que está sendo oferecido.

Segundo reportagem do jornal “Meio & Mensagem”, já estão escalados para as ações os apresentadores Milton Neves e José Luiz Datena (Band), Luciana Gimenez (RedeTV), Ratinho (SBT), Rodrigo Faro, Ana Hickmann e Renata Alves (Record).

Ainda de acordo com o jornal, a Secom não incluiu a Globo nesta etapa da campanha por causa de regras da política comercial da emissora, que proibiriam a participação de seus apresentadores em merchandising de ações do governo.

Campanha de R$ 40 milhões A campanha pela reforma da Previdência foi criada pela agência Artplan. O governo investirá R$ 40 milhões na iniciativa –valor considerado dentro dos padrões para uma campanha deste porte, com alcance nacional. Um dos filmes da campanha já está no ar desde março (veja abaixo). Os novos comerciais serão veiculados em rádio, televisão, jornais e internet, com o slogan “Nova Previdência, pode perguntar”. Diferentemente das ações de merchandising, os comerciais vão aparecer também no intervalo de programas da Rede Globo.

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Brasil

Coordenador da operação Lava-Jato na PGR deixa o cargo

José Alfredo de Paula, pediu exoneração do cargo e deixou a função na última sexta-feira, a dois meses do fim da atual gestão

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O coordenador da força-tarefa da Lava-Jato na PGR, José Alfredo de Paula Foto: Valter Campanato / Valter Campanato/Agência Brasil

Em mais um capítulo na sucessão da Procuradoria-Geral da República ( PGR ), o coordenador do grupo de trabalho da Operação Lava-Jato na PGR,José Alfredo de Paula , pediu exoneração do cargo e deixou a função na última sexta-feira, a dois meses do fim da atual gestão da procuradora-geral, Raquel Dodge .

Interlocutores do procurador afirmam que ele estava insatisfeito com o ritmo lento das investigações, emperradas devido ao excesso de centralização do gabinete de Raquel Dodge, e com a tentativa de recondução fora da lista tríplice.
ATRITOS

Procuradores reclamam que a PGR tem sido lenta, na atual gestão, no andamento das investigações de autoridades com foro. A queda na assinatura de acordos de delação premiada também ocorreu. De janeiro até 31 de maio deste ano, segundo o gabinete do ministro Edson Fachin, do STF, a PGR instaurou apenas três inquéritos no âmbito da Lava-Jato.

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A Terra é plana para cerca de 11 milhões de brasileiros, aponta pesquisa do Datafolha

Pesquisa entrevistou 2.086 pessoas (de 16 anos ou mais) em 103 cidades do País.

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De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha realizada entre os dias 4 e 5 de julho, 7% dos brasileiros (cerca de 11 milhões de pessoas) acreditam que a Terra é plana.

A pesquisa entrevistou 2.086 pessoas (de 16 anos ou mais) em 103 cidades do País. Entre elas, 90% afirmaram que a Terra é redonda. Ou seja, o número de pessoas que apoiam o fato científico do planeta ser uma esfera ainda é grande, mas o número de terraplanistas vem crescendo. Principalmente entre os mais jovens, menos escolarizados e cristãos.

O levantamento aponta que a ideia do terraplanismo é apoiada por 7% dos brasileiros com menos de 25 anos. A porcentagem cai para 4% na faixa etária entre 35 e 44 anos.

Outro fator importante é a escolaridade. Segundo a pesquisa, das pessoas que acreditam que a Terra é plana, 10% possui apenas o ensino fundamental, 6% concluíram o ensino médio, e 3% o ensino superior.

No que diz respeito a religião, os cristãos são maioria entre os terraplanistas. A pesquisa apontou católicos e evangélicos representam 8% e 7%, respectivamente, dos brasileiros que acreditam na Terra plana. Entrevistados de outras crenças mostraram números diferentes. Como os adeptos de religiões afro-brasileiras como candomblé e umbanda, por exemplo. Deles, 0% se disseram terraplanistas.

A margem de erro máxima da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

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