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Má gestão fez déficit do Ipasgo crescer 129,25% em 2018

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Uma dívida de R$ 183.438.569,29 referentes aos repasses de programas sociais do Governo de Goiás sufoca hoje o Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), entidade que surgiu durante a gestão de Mauro Borges, em 1962.

Sem a dívida contraída na gestão anterior, a situação do instituto seria mais fácil, já que existe ainda um déficit anual preocupante.

Criado para ser uma espécie de guarda chuva de vários benefícios e direitos dos servidores – inclusive previdenciários -, o Ipasgo se especializou legalmente na atenção à saúde, como uma alternativa ao fracasso do Sistema Único de Saúde (SUS).

A sustentabilidade do plano depende de uma série de ações pata estancar a sangria nos cofres do instituto que atende 620 mil usuários – composto por sua maioria de agregados e pessoas atendidas por meio de convênios com prefeituras.

Hoje apenas 35%  das pessoas atendidas pelo plano têm algum vínculo com o Estado.

A dívida de R$ 183 milhões é apenas um dos problemas do Ipasgo, que tem previsão de  R$ 75,4 milhões de déficit neste ano, com a movimentação estipulada em R$ 1,543 bilhão de despesas e R$ 1,467 bilhão de receita.

O desequilíbrio no órgão nos últimos anos  provocará um déficit de R$ 214,8 milhões em 2019.

 

MAIS GRAVE

A situação mais grave ocorreu justamente no ano passado, em pleno ano eleitoral, em que reajustes foram ignorados em seus patamares e o Estado deixou de pagar prestadores de serviços.

Desde 2016, intensificou a má gestão no órgão. A falta de responsabilidade dos gestores provocou um  desequilíbrio que exigirá ações de longo prazo para amortização.

De 2016 a 2018, informam dados divulgados pelo órgão, o déficit do Ipasgo cresceu 129,25%.

 

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Estado

Legislação histórica de Goiás ganha destaque e novo espaço, que reúne os atos e documentos que marcaram a vida dos goianos em um só lugar

Em iniciativa inédita, o Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Casa Civil, passou a disponibilizar nesta quinta-feira, dia 12, um hotsite especial com conteúdo que destaca a legislação histórica do nosso Estado

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A Secretaria da Casa Civil do Governo de goiás lança um novo componente, elaborado em parceria pelas áreas de Tecnologia da Informação e de Legislação,  que concentra os atos oficiais que marcaram a formação institucional do Estado, o desenvolvimento e as mudanças sociais, possibilitando que os cidadãos conheçam as leis goianas a partir do ano de 1822.

Entre outros documentos, o novo ambiente concentra as cinco versões que já estiveram em vigor da Constituição Estadual de Goiás, as estruturas administrativas do Estado no passado e a criação e organização de comarcas judiciais. Atos que marcaram profundamente a história de Goiás, como o Código Criminal de 1901, os documentos oficiais para a edificação e transferência da capital para Goiânia e o desmembramento do Distrito Federal, também fazem parte da seleção de leis disponibilizada.

De acordo com o titular da pasta, secretário Anderson Máximo, a ação é parte do esforço da gestão, não só de oferecer maior transparência aos cidadãos, mas de valorizar as tradições e a caminhada que construiu a identidade do povo goiano. “Essa iniciativa vem oferecer aos goianos a possibilidade de revisitar a nossa história. É uma determinação do governador Ronaldo Caiado, de valorizar nossa goianidade, nossas raízes, e uma forma de preservar e dar visibilidade a atos oficiais que retratam momentos importantes de um passado que é de todos nós”, afirma o secretário, destacando que a Casa Civil tem trabalhado para se tornar a cada dia uma secretaria mais cidadã, mais próxima da sociedade.

Entre e conheça nossa Legislação Histórica.

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Combatentes controlam incêndio noParque Estadual da Serra Dourada

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Equipes utilizaram técnica de “contrafogo” para apagar focos da queimada que atingiu mais de 3,2 mil hectares do parque estadual entre Goiás, Buriti de Goiás e Mossâmedes

O Corpo de Bombeiros e as equipes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) conseguiram controlar o incêndio que atingia desde a última terça-feira (10/09) o Parque Estadual da Serra Dourada (PESD), localizado entre os municípios de Goiás, Buriti de Goiás e Mossâmedes. Mais de 40 combatentes participaram da operação.

Uma equipe irá pernoitar no alto da Serra Dourada para monitorar a situação durante a noite e dar sequência aos trabalhos de rescaldo. Os trabalhos de monitoramento permanecem durante todo o fim de semana. Segundo informações de combantentes e brigadistas, foi preciso usar o chamado “contrafogo” para combater os focos de incêndio.

Até o último cálculo feito pela Semad, o fogo havia consumido uma área superior a 3,2 mil hectares, em uma área de difícil acesso. Um novo balanço deve ser feito pelas equipes na manhã deste sábado (14/09), sob o comando de Maurício Jácomo, analista da Semad e chefe do parque, mas já é o maior incêndio em unidade de conservação estadual em 2019.

Um dos maiores patrimônios ecológicos do Estado de Goiás, o Parque Estadual da Serra Dourada possui uma área de 30 mil hectares, que concentram belezas naturais, cachoeiras e uma rica diversidade faunística e

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