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Mabel diz que Wilder é exemplo a ser seguido: “Passa a imagem do otimismo”

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Durante entrevista à Rádio 730/Sagres, o ex-deputado federal e atual presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, avaliou o início da gestão de Ronaldo Caiado à frente do Governo do Estado e disse que é preciso mudar o foco do discurso. Segundo Mabel, o governo deve ser mais propositivo e passar a imagem do “Estado do Sim”.
Mabel enfatizou que os empresários querem investir, implantar suas indústrias, gerar renda e empregos, mas precisam que os governos sejam propositivos, que respeitem contratos e que criem ambientes favoráveis a esse cenário.
Conforme Mabel, o ex-senador Wilder Morais tem feito isso, atuando para que novas empresas e investimentos venham para Goiás. “Wilder passa a imagem de otimismo sobre Goiás. Isso está correto. O empresário que deseja ampliar os seus investimentos precisa saber que vai aplicar o seu dinheiro num ambiente saudável”, pediu Mabel.
O ex-deputado federal por vários mandatos, disse que a sinalização que deve ser passada aos empresários é a de que Goiás é o Estado do “sim”, que está disposto a discutir incentivos, onde eles forem necessários, e que o ambiente é absolutamente adequado para que as empresas se instalem.

AGRICULTURA
Ainda de acordo com Mabel, a redução de incentivos fiscais, negociada pelo governador Ronaldo Caiado e aprovada pela Assembleia, ainda em 2018, preservou a agricultura. “Não mexeram no produtor rural. A indústria contribuiu com R$ 1,3 bilhão”, disse, referindo-se ao valor a mais de ICMS que será pago pelo setor em 2019.
Segundo Sandro Mabel, o governo cedeu à pressão do “lobby das tradings” (empresas que vendem ações, matérias primas e moedas) de soja. O presidente da Fieg reclama do incentivo de 6% que o governo concede à exportação de soja em grão e diz que isso inibe a industrialização da soja em Goiás.

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