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Capital

Nome referência do MP-GO, Fernando Krebs acha que novo PGJ deve explicar declaração de personalismo na instituição

Aylton Vechi, novo Procurador-Geral de Justiça, empossado na última sexta-feira, 8, disse, no seu discurso de posse, que vai trabalhar para que a instituição seja maior do que qualquer nome dentro do Ministério Público

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O novo procurador-geral de Justiça do Estado de Goiás, Aylton Vechi, disse, no seu discurso de posse, na última sexta-feira, 8, que fará uma orientação no sentido de que a entidade seja maior do que qualquer nome ou interesse pessoal.

“Os senhores não verão personalismos, ou a ‘minha pessoa’ tratando as coisas, mas a instituição”, disse Vechi, o terceiro colocado da lista tríplice que foi enviada ao governador Ronaldo Caiado e que assume a chefia do Ministério Público de Goiás para o biênio 2019-2020 no lugar de Benedito Torres, o mais votado da lista.

Referência quando se fala em Ministério Público em Goiás, o promotor Fernando Krebs, titular da 57ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, disse ter ficado sem entender a declaração do novo PGJ e acha que ele deve explicar melhor o que realmente quis dizer com sua declaração.

“O Aylton Vechi tem que explicar essa declaração. Ao que ele se refere ou a quem se refere? Ele tem que ser mais explícito, foi muito vago”, disse.

Krebs é um dos mais atuantes membros do Ministério Público goiano e tem se notabilizado por suas ações em defesa do patrimônio público e combate à corrupção no âmbito do Estado de Goiás. Também é muito ativo nas redes sociais e exerce grande influência no Twitter, uma mídia social que tem grande repercussão política.

De acordo com o promotor, os membros do Ministério Público têm total autonomia funcional para desempenhar suas funções e que ao Procurador-Geral cabe, apenas, atribuições administrativas, não podendo, em hipótese alguma, interferir no trabalho de promotores e/ou procuradores.

“O promotor se comporta dentro da legalidade da forma que achar mais correta”, explica Fernando Krebs.

 

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