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Rodovias de Goiás precisam de R$ 2,55 bilhões para recuperar destruição

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Goiás está dentre as dez piores ligações rodoviárias do país, conforme pesquisa CNT Transportes 2018. O estudo – que avalia a gestão das rodovias nos governos de Marconi Perillo e José Eliton – mostra que  as rodovias GO 010, GO-050, GO-118, GO-080, GO-142, GO-178, GO-184, GO-225, GO- 230, GO-302, GO-330 são as piores avaliadas em estado geral.

Algumas apresentam situação alarmante: a GO-174, entre Rio Verde e Iporá, por exemplo, reúnem trechos perigosíssimos. GO-118 e BR-158 (Jataí-Piranhas) também estão na lista das piores.

O estudo nacional mostra ainda que a GO-070 e GO-147 são as únicas razoáveis em Goiás.

A pesquisa CNT Transportes revela que  “os 89.396 acidentes ocorridos em rodovias federais em 2017 geraram um prejuízo aproximado de R$ 10,77 bilhões”.

As “más condições das rodovias também geram perdas inestimáveis para o país, como 6.243 vidas e, ainda, 84.075 pessoas feridas no ano passado”.

Quanto aos gastos necessários para o Governo de Goiás restabelecer a qualidade das rodovias serão necessários R$ 2,55 bilhões,  valor necessário para recuperar os 67,4% (5.030 km) das rodovias de Goiás que apresentam problemas graves para seus usuários.

“O estado geral inclui a avaliação conjunta do pavimento, da sinalização e da geometria da via. Foram avaliados 7.463 km no estado”, diz o relatório da CNT, que analisa a qualidade da rodovia durante a gestão Marconi Perillo/José Eliton.

Os problemas das rodovias goianas são vários: superfície do pavimento com trinca, remendos, afundamentos, ondulações, buracos ou pontes rompidas.

Uma solução paliativa com operações ‘Tapa buraco’ ficará em torno de R$ 1,35 bilhão, valor que deverá ser desembolsado dois anos depois para executar o mesmo serviço.

Um dos problemas mais graves apontados pela pesquisa é a geometria da via. Conforme o levantamento, 83,1% apresenta problemas, 16,9% são considerados bons.

Esta avaliação visa considerar o tipo de rodovia (pista simples ou dupla), a presença de faixa adicional de subida (3ª faixa), de pontes, de viadutos, curvas perigosas e de acostamento.

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