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Vanderlan Cardoso defende que Lei do Audiovisual leve a cultura cinematográfica para cidades do interior

Uma solução seria reduzir a burocracia e automatizar o processo, para evitar erros – explica o senador

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De acordo com o senador, os problemas com a Lei não podem ser motivos para cortar o incentivo, mas sim para corrigir os erros e ampliar o alcance do benefício - (Foto: Senado)

O presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Vanderlan Cardoso (PP-GO) defendeu que os recursos captados com a Lei do Audiovisual sejam investidos na ampliação da produção audiovisual nas cidades do interior do país, como forma de universalizar a cultura cinematográfica. De acordo com o senador, os problemas com a Lei não podem ser motivos para cortar o incentivo, mas sim para corrigir os erros e ampliar o alcance do benefício, fazendo-o chegar, principalmente, nas cidades interioranas.

“O caminho não é acabar com uma lei tão importante para a população, mas sim eliminar os erros que existem hoje e levá-la às pequenas cidades, no interior. Uma solução seria reduzir a burocracia e automatizar o processo, para evitar erros”, afirmou

A afirmação do senador ocorreu durante Audiência Pública conjunta entre a CCT e a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) para debater a prorrogação dos benefícios da Lei do Audiovisual (Lei 8.685, de 1993). “Apoiar a cultura não é gasto e sim investimento”, disse o presidente da CCT. A Audiência, solicitada pelo senador Marcos do Val (PPS-ES), contou com a presença do representante do Ministério da Cidadania, José Paulo Martins, do secretário-executivo da Agência Nacional do Cinema (Ancine), João Márcio Silva de Pinho, do presidente do Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav), Leonardo Edde, e do presidente executivo da Brasil Audiovisual Independente (Bravi), Mauro Garica.

Vanderlan Cardoso lembrou que, quando prefeito de Senador Canedo (GO) apoiou a produção cultural com o oferecimento de cursos de dança, de pintura e demais atividades culturais visando qualificar  a população  para o setor, além de incluir  os segmentos que tinham tendência para o entretenimento e a diversão. “Na época, muitas mães nos procuraram para dizer que seus filhos passaram a se interessar pelos estudos apenas depois que se matricularam na iniciação artística. Então, defendo a prorrogação da Lei do Audiovisual para incrementar a cultura nas cidades interioranas e não apenas nos grandes centros urbanos”, frisou o parlamentar.

“Os efeitos da Lei do Audiovisual precisam ser sentido em todas as regiões do Brasil”, destacou o senador Vanderlan Cardoso,  ao elogiar  o debate em torno da renúncia  fiscal oferecida pela referida lei. Diante da importância do tema, o presidente da CCT, informou que em conjunto com a Comissão de Educação (CE) poderá ser realizado um seminário para ampliar a discussão da prorrogação do prazo dos incentivos fiscais previstos na Lei do Audiovisual. A sugestão do seminário foi dada pelo senador Wellington Fagundes (MT).

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