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Wilder Morais e Delegado Waldir são cotados para serem ministros de Jair Bolsonaro

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Dois goianos pelo menos podem estar na lista de ministeriáveis do candidato Jair Bolsonaro (PSL), que disputa as eleições no segundo turno com Fernando Haddad (PT).

Diferente de Haddad, que tem evitado anunciar quem serão seus potenciais auxiliares, Bolsonaro faz questão de dar publicidade aos nomes – caso de Paulo Guedes para a política econômica, o astronauta Marcos Pontes e Onix Lorenzonni  na Casa Civil.

Mas nos bastidores existe também um grupo interessado em indicar ministros goianos para ajudar Bolsonaro.

COTADOS

Dois são cotados: o deputado federal Delegado Waldir (PSL) e o senador Wilder Morais (DEM), que já se reuniu com Jair Bolsonaro após o atentado e fez sugestões de ações para o país, caso Bolsonaro seja eleito.

Waldir tem perfil para Justiça e pastas ligadas a Segurança Pública e Wilder se destaca em temas como infraestrutura e desenvolvimento.

Nos bastidores, chegou-se a cogitar Alexandre Baldy (PP), mas pessoas ligadas a Bolsonaro têm dito que Bolsonaro não aproveitará nenhum auxiliar de Michel Temer, justamente para deixar claro que o país entrará em uma nova era de se fazer política, com ministros de perfil técnico e distantes de governos do passado.

A militância peselista e defensora de Bolsonaro em Goiás discorda do nome de Baldy no grupo de ministeriáveis, já que ele não marchou com os candidatos goianos.

Nos grupos de Whats App, eles usam uma reportagem do “Diário da Manhã”, impresso de Goiás, para marcar um X em foto de Baldy dentre os cotados, como forma de protesto.

Para os ativistas do PSL, apenas Wilder e Waldir representam Bolsonaro em Goiás.

 

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