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Comandante do Exército: ‘Minha espada não tem partido’

Comandante do Exército general Tomás Paiva afirmou nesta quinta-feira (21) que a instituição mantém “compromisso com a imparcialidade” e com o bem comum, durante cerimônia alusiva ao Dia do Soldado em Brasília.

Ao citar o patrono do Exército, Duque de Caxias, o oficial recuperou a histórica declaração “minha espada não tem partido” para sustentar que a Força atua em favor “de um único lado, o da pátria”.

Comandante do Exército: ‘Minha espada não tem partido’

Paiva acrescentou que, segundo Caxias, a força do Exército “reside na fé, na coesão, na disciplina, na imparcialidade e no compromisso com o bem comum”. O discurso ocorreu na presença do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), do vice-presidente do STF, ministro Edson Fachin, e do ministro da Defesa, José Mucio.

Participação de autoridades

Diante de dezenas de militares, parlamentares e magistrados, o general destacou a relevância da coesão institucional. Para ele, a presença dos chefes de Poderes reforça a “confiança mútua” entre as Forças Armadas e a sociedade civil.

Alerta sobre cenário global

Relembrando a atuação da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, Paiva advertiu sobre as “incertezas de um mundo em transformação”. Ele citou que, assim como os soldados brasileiros defenderam a liberdade na Europa, o país é novamente convocado a permanecer vigilante. Informações históricas sobre a FEB podem ser conferidas na página da Fundação Biblioteca Nacional, referência em preservação de documentos militares.

Contexto nas Forças Armadas

O pronunciamento de Paiva é o segundo, neste semestre, de um comandante militar sobre a conjuntura geopolítica. No início de agosto, o comandante da Marinha, almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen, defendeu atenção redobrada à defesa das riquezas naturais brasileiras diante do “reordenamento das esferas de influência” entre grandes potências.

O general do Exército e o almirante da Marinha convergem no entendimento de que a soberania nacional exige forças preparadas, disciplinadas e distantes de disputas partidárias.

Em síntese, o comandante Tomás Paiva reforçou a neutralidade política do Exército, citou o legado de Caxias e alertou para desafios globais que podem afetar a segurança do país. Acompanhe mais análises na editoria de Política e fique por dentro dos desdobramentos.

Crédito: DefesaNet

Redação GOYAZ

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