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Tentativa de homicídio contra policial: suspeito é preso

A prisão ocorreu durante a Operação Revertere, e ele agora enfrenta acusações de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito

Tentativa de homicídio contra policial voltou ao centro das atenções nesta quarta-feira (3) com a prisão de Vanderluiz Carvalho da Silva, 37 anos, em Aparecida de Goiânia. Investigado por atacar o agente Everton Apolinário Brandão Silva em agosto, ele foi capturado na Operação Revertere sob acusação de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Coordenada pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) da 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Goiás, a ação cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Goiânia, Guapó e Aparecida. Os policiais recolheram um revólver calibre 38, R$ 2,5 mil em espécie, porções de cocaína escondidas em gaveta secreta e outros entorpecentes ligados ao suspeito.

Tentativa de homicídio contra policial: suspeito é preso

Na borracharia de Vanderluiz, localizada no Setor Vila Maria, foram encontradas porções de maconha e materiais para embalagem da droga. Já na residência do cunhado, alvo da mesma operação, cerca de 2 kg de maconha estavam escondidos no sótão e em um container em frente ao imóvel. Todo o material foi encaminhado para perícia.

Segundo o delegado Sérgio Henrique, há possibilidade de o revólver apreendido ser o mesmo usado por Vanderluiz contra o policial Everton, que reagiu em legítima defesa durante discussão por som alto em 10 de agosto. Na ocasião, o irmão do suspeito, André Luiz Vieira de Carvalho, 41 anos, foi baleado e morreu dois dias depois; Vanderluiz foi atingido no quadril e sobreviveu.

O inquérito concluído em 26 de agosto inocentou o agente Everton. Vanderluiz, que já possui antecedentes por porte ilegal de arma e histórico familiar no tráfico desde 2011, agora responde pelos crimes de tentativa de homicídio e tráfico. Sua defesa ainda não foi localizada, mas o espaço permanece aberto à manifestação.

A posse de arma de fogo de uso restrito é crime previsto na Lei nº 10.826/2003, com penas que podem chegar a oito anos de prisão, agravadas quando há reincidência ou ligação com o tráfico.

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Crédito da imagem: Divulgação/PCGO

Redação GOYAZ

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