Operação da Polícia Civil confisca R$ 300 mil em vapes no Setor Campinas
O distribuidor seguia ativo no Camelódromo de Campinas, onde usava uma banca como depósito e ponto de venda de cigarros eletrônicos e acessórios

Operação da Polícia Civil confisca R$ 300 mil em vapes no Setor Campinas: a Polícia Civil de Goiás (PCGO), atuando por meio da Central de Flagrantes e Pronto Atendimento ao Cidadão – 1ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), deflagrou uma nova operação contra o comércio ilegal de cigarros eletrônicos.
Operação da Polícia Civil confisca R$ 300 mil em vapes no Setor Campinas
Na última quarta-feira (15), a corporação recebeu uma denúncia anônima e detalhada que indicava a continuidade das atividades de um distribuidor já conhecido. O mesmo indivíduo havia sido preso em junho de 2025, em uma das maiores apreensões do estado, com quase R$ 2 milhões em vapes. Segundo as informações, ele seguia operando no Camelódromo de Campinas, utilizando uma banca para armazenar e comercializar uma grande quantidade de cigarros eletrônicos (vapes) e seus insumos.
Ação Policial e Apreensão
Imediatamente após receberem a denúncia, as equipes policiais se deslocaram ao Setor Campinas para verificar a procedência das informações. No local, a movimentação de venda e compra ilegal dos produtos era flagrante: os agentes observaram de imediato duas pessoas realizando as vendas e outras três efetuando a compra dos dispositivos.
Durante a abordagem na banca, os policiais encontraram diversos armários abarrotados com cigarros eletrônicos de diferentes marcas, modelos, tecnologias e essências.
Resultado da Operação
A mercadoria ilícita foi totalmente confiscada pela PCGO. A estimativa inicial é que o lote apreendido esteja avaliado em aproximadamente R$ 300 mil. Os produtos foram encaminhados para perícia e os cinco envolvidos (dois vendedores e três compradores) foram conduzidos à delegacia para a formalização dos procedimentos legais, incluindo a lavratura do auto de prisão/apreensão em flagrante e as demais diligências investigativas.
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Crédito da Imagem: PCGO