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Romeu Zema resiste a convites para deixar o Partido Novo

Governador prioriza princípios ideológicos e recusa investidas do PSD

Romeu Zema resiste a convites para deixar o Partido Novo: a estratégia para conquistar o apoio de Romeu Zema (Novo) nas eleições presidenciais de 2026 foca, prioritariamente, no peso estratégico de Minas Gerais. Aliados políticos destacam que a popularidade do atual governador mineiro é um ativo valioso para qualquer chapa que pretenda ter competitividade nacional no próximo pleito.

Interlocutores próximos afirmam que Zema tem sido alvo de constantes convites para migrar de legenda, com destaque para o PSD, liderado por Gilberto Kassab. A sigla de Kassab tem articulado uma possível composição envolvendo Flávio Bolsonaro (PL), mas o governador mineiro tem resistido às investidas, reafirmando seu compromisso com os princípios doutrinários do Partido Novo.

Romeu Zema resiste a convites para deixar o Partido Novo

A importância de Minas Gerais é ratificada pelos dados do Tribunal Superior Eleitoral, que apontam o estado como o segundo maior colégio eleitoral do país. Com aproximadamente 16 milhões de eleitores, o território mineiro fica atrás apenas de São Paulo, sendo considerado um termômetro decisivo para a vitória em eleições presidenciais.

Levantamentos recentes de opinião pública indicam que Zema mantém um índice de aprovação superior a 60% em seus dois mandatos. Esse desempenho sólido sustenta o avanço das negociações para uma possível fusão de forças em torno de uma candidatura ao Palácio do Planalto, atraindo o interesse de diversas frentes partidárias.

Membros do núcleo central do Novo evitam confirmar qualquer acordo formal entre Zema e o senador Flávio Bolsonaro, embora admitam que ambos desfrutam de uma relação amistosa. A possibilidade de uma aliança futura não é descartada pelos dirigentes, que observam o cenário de polarização nacional com cautela.

Nos últimos meses, o presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro, intensificou o diálogo com outras legendas de centro-direita. Reuniões com lideranças do Republicanos e do Progressistas têm ocorrido com frequência para debater coalizões e o desenho das alianças para 2026.

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Crédito da Imagem: Divulgação

Redação GOYAZ

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