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Bolsonaro passa por cirurgia de hérnia sem intercorrências

Especialistas descartam UTI e focam em fisioterapia pós-operatória

Bolsonaro passa por cirurgia de hérnia sem intercorrências: a equipe médica responsável pela cirurgia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que o procedimento realizado nesta quinta-feira, 25 de dezembro de 2025, ocorreu dentro do esperado. A intervenção teve como objetivo corrigir uma hérnia inguinal bilateral e durou cerca de quatro horas, cumprindo o cronograma estabelecido pelos especialistas.

O cirurgião Cláudio Birolini explicou que o paciente agora entra na fase de cuidados pós-operatórios essenciais. Esta etapa inclui a administração de analgesia para controle da dor, sessões de fisioterapia e protocolos de profilaxia para evitar casos de trombose, garantindo uma recuperação segura no Hospital DF Star.

Bolsonaro passa por cirurgia de hérnia sem intercorrências

Para a correção das hérnias, os médicos optaram pela técnica convencional, utilizando o reforço da região abdominal com uma tela de polipropileno. O ex-presidente já se encontra acordado em seu quarto e, segundo Birolini, não há necessidade de transferência para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois ele recebe assistência completa no leito.

A previsão é que o período de recuperação hospitalar varie entre cinco e sete dias. Os médicos enfatizam que a alta depende da capacidade do paciente em realizar o autocuidado, como tomar banho e se movimentar sem auxílio. Informações atualizadas sobre o quadro clínico podem ser acompanhadas no portal oficial do Conselho Federal de Medicina para entender protocolos de cirurgias gerais.

A equipe ainda avalia a realização de um procedimento complementar para tratar uma crise persistente de soluços. Trata-se de um bloqueio anestésico do nervo frênico, localizado na região cervical, e não de uma nova cirurgia invasiva. Birolini ressaltou que este problema possui uma abordagem médica distinta da correção da hérnia realizada hoje.

O histórico de saúde de Bolsonaro inclui uma cirurgia complexa de 12 horas realizada em abril deste ano para reconstrução do abdome e liberação de aderências intestinais. Sobre a possibilidade de retorno à cela na superintendência da Polícia Federal após a alta, a equipe médica preferiu não estipular prazos, alegando que a evolução clínica de um paciente de 70 anos requer cautela e monitoramento constante.

Ao serem questionados sobre a possibilidade de o ex-presidente retornar à cela na superintendência da Polícia Federal após a recuperação, os especialistas evitaram projeções. Segundo os médicos, ainda é muito precoce dar uma opinião definitiva sobre o tema.

A equipe destacou que qualquer decisão depende diretamente da evolução clínica nos próximos dias. Por se tratar de um paciente com 70 anos de idade, os profissionais reforçaram que o monitoramento deve ser mais rigoroso do que o habitual, tornando qualquer previsão imediata uma medida imprudente.

O cardiologista Brasil Caiado ressaltou que a prioridade atual é observar como o organismo responderá à cirurgia. O foco permanece na estabilização do quadro e na garantia de que o paciente recupere sua autonomia física antes de qualquer transferência.

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Crédito da Imagem: 29/07/2025 – REUTERS/Adriano Machado

Redação GOYAZ

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