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Câmara aprova orçamento de R$ 10,8 bilhões para 2026

Primeira votação da LOA garante recursos para saúde e educação acima do piso legal

Câmara aprova orçamento de R$ 10,8 bilhões para 2026: a Câmara Municipal de Goiânia aprovou, em primeira votação, o projeto da Lei Orçamentária Anual para o exercício de 2026. A sessão extraordinária realizada nesta segunda-feira, 29 de dezembro, validou a proposta enviada pelo prefeito Sandro Mabel, que estima uma arrecadação total de 10,8 bilhões de reais para o próximo ano.

O texto recebeu emendas importantes que alteram a distribuição de recursos e prioridades administrativas. Entre as mudanças aprovadas, destaca-se a autorização para o remanejamento de até 23% do orçamento total, conforme proposto pelo vereador Coronel Urzêda, além de aportes específicos para comunicação e valorização de servidores.

Câmara aprova orçamento de R$ 10,8 bilhões para 2026

Uma das emendas de maior repercussão garante 3 milhões de reais para a Secretaria Municipal de Comunicação. O objetivo é divulgar projetos estratégicos da prefeitura através de publicidade no futebol profissional da capital. Outra alteração relevante foca na reestruturação do plano de carreira dos servidores administrativos da Educação, atendendo demanda apresentada pela vereadora Kátia.

A previsão de gastos da capital para 2026 está dividida em eixos que consomem a maior parte da receita. As despesas com pessoal e encargos somam 5,4 bilhões de reais, enquanto outras despesas correntes, que incluem contratos e manutenção administrativa, alcançam a marca de 3,8 bilhões de reais.

O investimento em infraestrutura e melhorias, classificado como despesas de capital, está orçado em 893 milhões de reais. O projeto também reserva 185 milhões de reais exclusivamente para as emendas impositivas, que são os recursos que cada vereador tem direito de indicar diretamente para obras e serviços em suas bases.

No âmbito social, a prefeitura optou por aplicar índices acima do mínimo exigido pela Constituição Federal. Enquanto a lei exige 25% para a Educação, o projeto fixa 26,01%. Para a Saúde, o índice proposto é de 18,41%, superando o piso constitucional de 15%.

A matéria aguarda agora a segunda e definitiva votação, prevista para ocorrer nesta terça-feira, 30 de dezembro, durante sessão ordinária no Portal da Câmara Municipal de Goiânia.

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Crédito da Imagem: CMG

Redação GOYAZ

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