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Governadores brasileiros reagem à captura de Maduro

Chefes de executivos estaduais dividem-se entre apoio à intervenção e defesa da soberania

Governadores brasileiros reagem à captura de Maduro: Governadores brasileiros manifestaram-se publicamente após a confirmação de que forças militares dos Estados Unidos realizaram uma operação em território venezuelano para a captura de Nicolás Maduro. As reações dos chefes dos executivos estaduais variaram entre o apoio direto à intervenção norte-americana, fundamentado na defesa da democracia, e críticas pautadas pelos princípios de soberania nacional e direito internacional.

Governadores brasileiros reagem à captura de Maduro

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, manifestou apoio à ação coordenada por Donald Trump. Em sua declaração oficial, afirmou: “O povo da Venezuela tem motivos para comemorar a ação do presidente Trump. Maduro é um ditador que viola direitos humanos, persegue e silencia opositores. Não respeita os valores democráticos, tão caros a todos nós!”.

Ronaldo Caiado, governador de Goiás, declarou: “Que este 3 de janeiro entre para a história como o dia da libertação do povo venezuelano, oprimido há mais de 20 anos pela narcoditadura chavista. Que a democracia, a liberdade e a prosperidade se instalem no país”.

Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, também endossou a operação militar: “Uma ditadura não cai da noite para o dia. Ela corrói as instituições por dentro, pouco a pouco, e quem paga o preço mais alto é sempre a população. Que a prisão do ditador Maduro seja o primeiro passo no caminho da liberdade para a Venezuela”.

O governador do Paraná, Ratinho Junior, reforçou o apoio: “Viva a liberdade. Viva a democracia! Viva a Venezuela. Quero parabenizar o presidente Trump pela brilhante decisão de libertar o povo da Venezuela, um povo que estava sendo oprimido há décadas por tiranos antidemocráticos”.

Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, demonstrou preocupação com a soberania: “Diante dos graves acontecimentos na Venezuela, com a invasão pelos Estados Unidos e a captura do presidente Maduro, manifesto minha profunda preocupação com a escalada de tensão em nossa região. O regime ditatorial de Maduro é inadmissível. Viola direitos humanos, sufoca liberdades e impõe sofrimento ao povo venezuelano. No entanto, a violência exercida por uma nação estrangeira contra outra soberana, à margem dos princípios básicos do direito internacional, em especial o de não intervenção, é igualmente inaceitável. Os princípios diplomáticos devem prevalecer, com diálogo e respeito à soberania das nações para resolver conflitos. Nossa América Latina precisa de paz e cooperação, não de intervenções armadas. Minha solidariedade ao povo venezuelano neste momento difícil”.

Renato Casagrande, governador do Espírito Santo, afirmou que não concorda com o “autoritarismo e as práticas adotadas pelo governo de Maduro”, mas também declarou não estar de acordo com “as intervenções externas que desrespeitam a soberania dos países”.

O monitoramento da política externa brasileira pode ser acompanhado pelo portal do Ministério das Relações Exteriores (https://www.gov.br/mre) e pelo Ministério da Defesa (https://www.gov.br/defesa). Informações sobre tratados internacionais estão disponíveis no site da Organização dos Estados Americanos (https://www.oas.org/pt/) e na plataforma das Nações Unidas (https://www.un.org/pt/). Os governos estaduais mantêm atualizações em seus portais oficiais, como o Governo de São Paulo (https://www.saopaulo.sp.gov.br) e o Governo do Rio Grande do Sul (https://www.estado.rs.gov.br).

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Crédito da Imagem: Pedro Rances Mattey/Anadolu via Getty Images

Redação GOYAZ

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