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Auditoria interna da CMOC Brasil detecta fraude milionária em Goiás

Investigação da Polícia Civil aponta manipulação de notas fiscais e tickets de carga

Auditoria interna da CMOC Brasil detecta fraude milionária em Goiás: a Polícia Civil de Goiás prendeu em flagrante um funcionário da mineradora China Molybdenum Company Brasil (CMOC Brasil) e três motoristas suspeitos de envolvimento em um esquema de desvio de minério em Catalão. Segundo as investigações coordenadas pela 9ª Delegacia Regional de Polícia, o grupo teria causado um prejuízo estimado em 3 milhões de reais à empresa em um período de dois meses. Durante a operação, os agentes recuperaram aproximadamente 90 toneladas de fosfato que seriam retiradas ilegalmente da unidade industrial.

Auditoria interna da CMOC Brasil detecta fraude milionária em Goiás

O inquérito policial aponta que o grupo manipulava o sistema informatizado da mineradora e utilizava documentos falsificados, como notas fiscais e tickets de pesagem, para liberar a saída dos caminhões sem o devido registro de carga. De acordo com o delegado Marcos Vinícius, as irregularidades foram detectadas inicialmente por uma auditoria interna da CMOC Brasil, que identificou divergências entre o faturamento e o volume de material estocado. O Código Penal brasileiro (https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm) tipifica condutas de furto qualificado e falsificação de documentos, crimes atribuídos aos detidos.

A investigação apurou que os motoristas envolvidos não possuíam vínculo formal com a mineradora, atuando de forma coordenada com o funcionário interno para facilitar o escoamento do produto. A polícia busca agora identificar os receptadores e eventuais beneficiários finais do fosfato desviado, o que pode ampliar o alcance da operação para outras cidades da região sudeste de Goiás. A carga apreendida foi devolvida à mineradora após a perícia técnica.

Em nota oficial, a CMOC Brasil informou que mantém sistemas rigorosos de controle e que colabora com a Secretaria de Segurança Pública de Goiás (https://www.seguranca.go.gov.br) para o esclarecimento dos fatos. A empresa reforçou que auditorias periódicas fazem parte de seus protocolos de conformidade. Os quatro suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição do Poder Judiciário.

As penas previstas para os crimes de furto qualificado, falsificação de documentos e associação criminosa, quando somadas, podem atingir 16 anos de reclusão. A Polícia Civil mantém as diligências ativas para verificar se houve a participação de outros empregados ou prestadores de serviço no esquema. O material recuperado demonstra o volume operacional da fraude, que utilizava a estrutura logística da própria mineradora para a prática ilícita.

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Crédito da Imagem: Divulgação

Redação GOYAZ

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