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Famoso maquiador de Goiânia é investigado por desviar receitas de sócia

Montante desviado chegaria a R$ 300 mil, segundo balanço da Polícia Civil de Goiás

Famoso maquiador de Goiânia é investigado por desviar receitas de sócia:Polícia Civil de Goiás, por meio da 1ª Delegacia Distrital de Polícia de Goiânia, deflagrou na quarta-feira (11) a Operação Beleza Sem Filtro.

A ação teve como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão para investigar o crime de apropriação indébita em um salão de beleza da capital. Um maquiador de 37 anos, ex-sócio do estabelecimento, é o principal suspeito de desviar receitas da empresa para contas pessoais.

Famoso maquiador de Goiânia é investigado por desviar receitas de sócia

Conforme o inquérito policial, o investigado teria se apropriado indevidamente de valores pagos por clientes pelos serviços prestados pelo grupo empresarial. As provas apresentadas pela sócia vítima, que incluem extratos bancários, contratos e comprovantes de transferências via Pix, indicam que o montante desviado alcança aproximadamente R$ 300 mil. A polícia apura se os desvios ocorriam de forma sistemática durante o período em que o profissional integrava a sociedade.

A autoridade policial também cumpriu mandado de busca contra uma ex-funcionária do salão, suspeita de atuar em conluio com o maquiador nas transações financeiras ilícitas.

Durante a operação, foram apreendidos aparelhos celulares que serão submetidos a exame pericial para identificar conversas e registros de movimentações bancárias que confirmem o esquema de desvio de capital.

O caso repercute no setor de Cidades e no mercado de estética de Goiânia, devido à popularidade do profissional, que possui histórico de atendimento a artistas conhecidos. Investigações sobre crimes financeiros em municípios goianos são acompanhadas por delegacias especializadas, visando a proteção de grupos empresariais e a integridade de sócios minoritários ou majoritários.

A Polícia Civil informou que o procedimento está em fase de finalização das diligências probatórias. Após a análise dos dispositivos eletrônicos apreendidos, o inquérito será relatado e encaminhado ao Poder Judiciário.

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Redação GOYAZ

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