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Netanyahu visita área atingida por mísseis iranianos em Arad no sul de Israel

O premiê israelense condenou o disparo contra zona civil e pediu ação internacional enquanto equipes apuram danos e origem dos projéteis.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu inspecionou as áreas atingidas em Arad após o ataque com mísseis atribuído ao Irã no domingo (22), em ato público de avaliação dos danos. Em pronunciamento no local ele classificou o disparo contra zona civil como um atentado deliberado contra civis e reafirmou exigência de medidas internacionais contra o regime iraniano.

O serviço de resposta a emergências de Israel registrou múltiplas vítimas após o ataque ocorrido no sábado (21), com pelo menos 84 pessoas feridas e 10 em estado grave. Autoridades também informaram que a cidade de Dimona foi alvo de mísseis balísticos em ação separada e que as equipes de socorro continuam as avaliações de risco e resgate.

Netanyahu afirmou que o ataque configura tentativa de assassinato em massa, ao dizer que a escolha de mirar áreas civis demonstra intenção deliberada de causar mortes entre população não combatente. O premiê alertou que o Irã ampliou sua capacidade balística e afirmou que seus mísseis podem atingir alvos além da região, citando incidentes anteriores em territórios próximos.

Segundo o premiê o regime iraniano vem tentando pressionar rotas marítimas internacionais com ações que afetam fluxos energéticos e colocam em risco a segurança do tráfego comercial. Netanyahu acusou Teerã de utilizar sua capacidade militar para chantagear países e de criar um quadro de ameaça que exige resposta coordenada de governos e organismos internacionais.

O governo israelense pediu a aliados que apressem medidas de contenção e afirmou que os ataques constituem prova de que é necessário isolar e sancionar o regime responsável pelos disparos. Fontes diplomáticas ouvidas por agências indicam que discussões sobre respostas políticas e militares estão em curso com ênfase em coordenação entre Estados afetados.

Forças de defesa e serviços de emergência mantêm operações de varredura e reforço de defesa antiaérea nas regiões fronteiriças para prevenir novos ataques e proteger infraestrutura civil crítica. As autoridades prometeram divulgar relatórios técnicos e evidências sobre a origem dos projéteis assim que as análises balísticas e de inteligência forem concluídas nos próximos dias.

Redação GOYAZ

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