Goiás

Alego analisa obrigatoriedade de desfibriladores em locais de grande circulação

A medida visa ampliar a segurança cardiológica da população em emergências de paradas cardiorrespiratórias súbitas

Alego analisa obrigatoriedade de desfibriladores em locais de grande circulação: o deputado Cristiano Galindo (Solidariedade) protocolou na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) um projeto de lei que estabelece diretrizes para a instalação, manutenção e operação de desfibriladores externos automáticos (DEAs) em locais públicos e privados de grande circulação no estado.

Alego analisa obrigatoriedade de desfibriladores em locais de grande circulação

Um desfibrilador externo automático é um aparelho eletrônico portátil que diagnostica arritmias cardíacas como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular, condições que podem ser fatais.

O projeto n° 13162/25 se aplicará a espaços que recebem, em média, 800 ou mais pessoas por dia. Isso inclui shoppings, terminais de transporte, centros comerciais, estádios, instituições de ensino, academias e repartições públicas.

Entre as previsões do texto, estão:

  • A obrigatoriedade de que, em cada turno de funcionamento, haja pelo menos um profissional capacitado em Suporte Básico de Vida (SBV) apto a usar o equipamento.
  • A manutenção periódica dos aparelhos com laudo técnico.
  • A exigência de que os desfibriladores estejam em locais visíveis, de fácil acesso e sinalizados.
  • A possibilidade de integração dos equipamentos aos serviços de emergência, quando tecnicamente viável.

Galindo destaca que a medida busca consolidar uma política pública de prevenção em saúde com foco na proteção da vida. “Trata-se de uma diretriz técnica que fortalece o compromisso do Estado de Goiás com a responsabilidade social e a segurança da população. A instalação de DEA em locais estratégicos pode fazer a diferença entre a vida e a morte”, afirma.

A fiscalização das normas ficará a cargo de órgãos competentes, em cooperação entre o estado e os municípios. Em caso de descumprimento, os estabelecimentos poderão receber advertências, multas e outras sanções administrativas.

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Redação GOYAZ

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