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Análise Tática de Ancelotti: em busca do equilíbrio e da contundência

Brasil busca reabilitação em casa contra o Paraguai nas Eliminatórias

Análise Tática de Ancelotti: em busca do equilíbrio e da contundência: a Seleção Brasileira entra em campo nesta terça-feira, 10 de junho de 2025, às 21h45 (horário de Brasília), para um confronto crucial pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

O palco será a Neo Química Arena, em São Paulo, com o Brasil atuando como mandante em busca de reabilitação após o empate sem gols na estreia de Carlo Ancelotti contra o Equador.

Atualmente, o Brasil ocupa a quarta colocação na tabela das Eliminatórias Sul-Americanas, com 22 pontos em 15 jogos. A briga por uma vaga direta na Copa do Mundo é acirrada, e cada ponto é fundamental nesta reta final da competição.

A liderança pertence à Argentina, que soma 34 pontos. Equador e Paraguai vêm logo à frente do Brasil, com 24 pontos cada.

Análise Tática de Ancelotti: Em Busca do Equilíbrio e da Contundência

A estreia de Ancelotti com a camisa verde-amarela, embora com um empate, já deu algumas pistas sobre a filosofia do treinador italiano.

A busca por um time mais consistente defensivamente e com transições rápidas parece ser a tônica.

No empate contra o Equador, o Brasil jogou com uma formação que contava com três meio-campistas e dois atacantes de lado, além de um centroavante, buscando dar mais solidez ao setor de criação e proteção à defesa.

Para o confronto contra o Paraguai, Ancelotti deve promover algumas alterações visando aumentar a contundência ofensiva, sem abrir mão da segurança defensiva. Uma das dúvidas principais reside no meio-campo e na linha de ataque.

É provável que Ancelotti mantenha a base da defesa que atuou contra o Equador, com Alisson no gol e uma linha de quatro defensores.

A grande questão é o setor de criação e finalização. A ausência de Raphinha, suspenso na partida anterior, é um fator a ser considerado. No entanto, o retorno do atacante é esperado para este jogo em casa, o que pode dar mais profundidade e velocidade ao ataque.

A formação tática deve se manter em um 4-3-3 ou um 4-4-2 com jogadores de meio-campo que chegam à frente. Ancelotti tem à disposição nomes como Casemiro, Bruno Guimarães e Gerson para compor o meio-campo, buscando uma combinação de marcação, passe e chegada à área.

No ataque, a presença de Vinicius Jr. é praticamente garantida, e a dúvida persiste em relação ao companheiro de ataque. Richarlison, que voltou à equipe, e até mesmo Estevão, jovem promessa, são opções que Ancelotti pode explorar para dar mais poder de fogo à equipe.

Uma alternativa que o treinador pode considerar é a de uma formação mais ousada, com quatro atacantes, o que abriria espaço para Gabriel Martinelli ou o próprio Richarlison, dependendo das características do adversário e da necessidade de balançar as redes.

A expectativa é que o Brasil, jogando em casa e sob o comando de Ancelotti, apresente um futebol mais agressivo e com maior poder de criação.

A pressão por uma vitória é grande, e a Seleção Brasileira precisa somar os três pontos para se consolidar na zona de classificação e afastar qualquer risco nas Eliminatórias.

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Redação GOYAZ

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