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Avanço de gastos vinculados pressiona planejamento fiscal do Estado
O avanço das despesas obrigatórias no orçamento estadual constadas no Portal da Transparência na segunda (16) tem ampliado o debate…
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Decisão do TJ-GO leva governo a expandir disputa por linhas rodoviárias
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Cidades

Ataque covarde contra idosos reacende debate sobre segurança no trânsito
Um episódio de violência no trânsito causou indignação em Anápolis após um casal de idosos ser agredido ao tentar alertar…
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Receita recorde e tensão política marcam prestação de contas de Mabel na Câmara
A prestação de contas do terceiro quadrimestre de 2025 apresentada pelo prefeito Sandro Mabel (União Brasil) nesta segunda-feira (16) na…
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Destaque

MPGO denuncia empresa por crime ambiental em lixão de Planaltina
O Ministério Público de Goiás apresentou denúncia formal contra uma empresa investigada por supostos crimes ambientais relacionados à destinação irregular…
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Política

Receita Federal paga cashback em lote de restituição do IR 2026
A Receita Federal informou na segunda-feira (16) a implantação de modalidade de cashback para restituições do Imposto de Renda relativas…
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Política
![A PF (Polícia Federal) avançou no inquérito que investiga contratação de influenciadores digitais e páginas de celebridades para defender o Banco Master, de Daniel Vorcaro, e atacar o Banco Central.nDepoimentos de quem foi procurado por agências embasam a investigação e narram a abordagem em detalhes.nUm dos interrogatórios é do vereador de Erechim (RS) Rony Gabriel (PL), que tem 2 milhões de seguidores no Instagram. O depoimento dele foi em 12 de fevereiro. À PF, ele disse que foi procurado por André Salvador [da empresa UNLTD] com uma proposta de trabalho na área reputacional e de gestão de crise.nnSegundo Rony Gabriel, o nome de Vorcaro só foi revelado quando fizeram uma reunião virtual, pelo Google Meet, para tratar do assunto.n“Não entraram na quantia. Apenas deixaram claro que se tratava de valores milionários”, disse aos investigadores, por videoconferência.nProcurada, a UNLTD Brasil afirmou em ocasião anterior “não ter contrato com o Banco Master”.nEsse inquérito foi aberto no fim de janeiro pela PF. Como mostrou a CNN no dia 9 daquele mês, a PF traçou uma linha do tempo em relação a publicações de influenciadores digitais contra o BC entre 9 de dezembro do ano passado e 6 de janeiro deste ano e identificou ao menos 40 perfis que podem ter sido contratados no chamado “Projeto DV”, em referência às iniciais de Daniel Vorcaro, para defender seu banco, o Master.nOs perfis são de influenciadores das mais variadas áreas, como entretenimento, celebridades e um ou outro de finanças.nOs conteúdos, quase todos com o mesmo tom e formato, têm os discursos de que “pessoas comuns serão prejudicadas com o ‘desmoronamento’ do Master”, que havia “indícios de precipitação na liquidação do Master” [pelo Banco Central] e que “o banco foi liquidado em tempo considerado incomum”.nA investigação da PF já sabe que os responsáveis por procurar os influenciadores foram a agência Mithi, do empresário Thiago Miranda, e também por André Salvador, representante da empresa UNLTD, citado pelo vereador no depoimento. Procurado pela CNN, Thiago Miranda não respondeu à reportagem. O espaço segue aberto.nOs próximos passos da PF são interrogar os contratantes, para que expliquem os objetivos das contratações e de onde saía o dinheiro investido no “Projeto DV”.nhttps://www.youtube.com/watch?v=DgfxUGJIKmI](data:image/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==)
PF investiga influenciadores contratados por banco privado
A Polícia Federal intensificou a apuração sobre contratações de influenciadores digitais para promover narrativas favoráveis a um banco privado e…
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Política
![O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira (16) que tribunal deve buscar a autoconteção e que a Constituição Federal não pode ser usada como um “cardápio de argumentos” disponíveis para defender qualquer decisão ou tese de interesse.nDe acordo com ele, o papel do STF em interpretar e aplicar a Constituição exige responsabilidade, e só funciona quando os ministros levam a tarefa a sério como compromisso com a justiça e não apenas como discurso.n“A autocontenção não é fraqueza; é respeito à separação de poderes que, em última análise, é ela própria uma exigência constitucional. [...] Ninguém tem uma Constituição para chamar de sua. Ela é um projeto coletivo”, afirmou Fachin durante palestra a estudantes de direito em universidade de Brasília.nnO ministro disse ainda que o povo brasileiro deseja um Estado eficiente e honesto dentro de um ambiente de estabilidade democrática e respeito às instituições, e afirmou que isso passa diretamente pela imagem que os sistemas de justiça deixam à população.nAs declarações de Fachin se dão em meio a uma das maiores crises de credibilidade do Supremo. Envolvimentos financeiros e pessoais dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com o caso do Banco Master, investigado por fraudes financeiras, repercutiram nos últimos meses, aumentando a desconfiança sobre a integridade das decisões da Corte.nA esposa de Moraes, a advogada Viviane Barci, teria mantido um contrato de R$ 129 milhões com Daniel Vorcaro, dono do banco. Além disso, mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro mostram uma suposta troca de mensagens entre Vorcaro e Alexandre de Moraes.nJá Toffoli é sócio da empresa Maridt, que vendeu participação no Resort Tayayá ao Fundo Arleen, ligada à teia empresarial do Banco Master, e também teria relacionamento pessoal com investigados no caso.nAlém disso, Moraes também passou a ser criticado pela atuação como relator no chamado inquérito das Fake News, que apura ataques às instituições democráticas e atuação de redes organizadas de desinformação.nO processo é um dos que tramita há mais tempo na Corte. Ele foi aberto por Toffoli de ofício, sem provocação externa à Corte, e teve Moraes designado relator diretamente por ele, sem o sorteio que normalmente define a relatoria.nRecentemente, por consequência desse inquérito estar sob sua relatoria, Moraes determinou operação contra servidores da Receita Federal suspeitos de vazar os dados da sua esposa e ordenou busca e apreensão contra um jornalista do Maranhão que apontou suposto uso irregular de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares do ministro Flávio Dino.nA crise da Corte reacendeu o debate sobre um código de ética para ministros do STF, defendido há tempos pelo presidente Fachin. No início deste ano, mesmo sem apoio dos colegas, o ministro deu andamento à proposta e designou Cármen Lúcia como relatora do texto.nhttps://www.youtube.com/watch?v=DCyt_LEXD7A](data:image/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==)
Fachin defende autocontenção do STF diante da crise do Master
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, afirmou em palestra a estudantes de direito em Brasília na segunda-feira…
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Ancelotti diz que título na Copa é estímulo e descreve adaptação
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Flávio Bolsonaro avalia adiar divulgação do plano de governo até junho
Aliados do pré-candidato presidencial pelo PL avaliaram postergar a apresentação do programa de governo por aproximadamente três meses diante da…
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