
Bolsonaristas miram o STF com ataques cibernéticos: aliados do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, afirmam ter um plano de retaliação digital contra o Supremo Tribunal Federal (STF).
Bolsonaristas miram o STF com ataques cibernéticos
A iniciativa, segundo o grupo, seria uma resposta às investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e contaria com o apoio de medidas que poderiam ser acionadas pelo ex-presidente americano Donald Trump.
O plano inclui a possibilidade de barrar a prestação de serviços de grandes empresas de tecnologia americanas, como Microsoft e Amazon, ao STF.
Se essa medida fosse implementada, poderia causar a indisponibilidade do site da Corte e comprometer seriamente o funcionamento das plataformas de processos eletrônicos, paralisando atividades judiciais essenciais.
Restrições tecnológicas e diplomáticas
As possíveis restrições iriam além, afetando também a realização de sessões e reuniões virtuais, que se tornaram rotina no tribunal, por meio de plataformas como o Zoom. A ação teria como objetivo prejudicar de forma significativa a operação diária da Corte.
Além das medidas tecnológicas, o plano de retaliação considera outras iniciativas diplomáticas. Entre elas, a restrição de vistos americanos para ministros do STF. A ação, no entanto, poderia se estender para outras figuras do alto escalão do poder, como os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, elevando a tensão entre os poderes e as relações exteriores.