Mabel projeta novo aterro sanitário em Goiânia
Prefeito justifica que município não pode arcar com custo de R$ 12 milhões mensais para aterro privado e que em 12 meses espera resolver o problema do depósito definitivamente

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), anunciou planos para construir um novo aterro sanitário ao lado do atual, na região noroeste da cidade, com o objetivo de evitar o custo mensal de R$ 12 milhões para depositar resíduos em aterros privados em cidades vizinhas. O atual aterro sanitário de Goiânia tem uma capacidade limitada e está próximo de atingir sua capacidade máxima, com uma vida útil de aproximadamente sete anos, considerando apenas a disposição de resíduos sólidos da classe IIA.
“A definição é que o município não tem condição de pagar mais 12 milhões de reais para manter aterro fora. Eu não tenho condição de pagar isso daí. Ontem expliquei para a nossa secretária do Meio Ambiente estadual”, afirmou o prefeito, acrescentando que está buscando uma forma de continuar usando o atual aterro sanitário até o novo ficar pronto. “Eu quero fazer um aterro novo ao lado daquele aterro, uma estrutura equilibrada. O atual custa muito caro, é muito inoperante, os caminhões têm dificuldade para subir. É melhor eu pegar R$ 12 milhões (que seriam destinados a um aterro privado) e colocar nesse aterro, novo, bacana”, justificou o prefeito.
No entanto, com investimentos em uma usina de compostagem e triagem, é possível aumentar sua vida útil para 14 a 17 anos. Além disso, um termo de ajustamento de conduta foi assinado, prevendo investimentos de R$ 33 milhões para transformar o aterro em um centro de tratamento e disposição final de resíduos sólidos.
Depois que a estrutura estiver pronta, a intenção é requalificar o atual aterro e dar destino aos resíduos. “O que não dá é pegar R$ 12 milhões e sair jogando em aterro de terceiro e continuar com esse problema aqui dentro da cidade”, pontuou o prefeito. Ele espera sensibilizar a Semad para o assunto. “Cheguei ao ponto de falar para a secretária que eu não tenho dinheiro para isso e que antes foi dado prazo de 20 anos, mas bem na minha vez, logo quando eu estou entrando, preciso de um prazo. Eu vou arrumar o novo aterro em um ano”, assegurou Mabel.
Mabel acredita que pode resolver o problema em um ano, mas é importante notar que a questão do aterro é complexa e envolve várias partes, incluindo o Ministério Público estadual e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
____________
*Texto publicado, parcialmente, utilizando ferramentas jornalísticas de IA, sob supervisão, para simplificar, objetivar e resumir o conteúdo com intuito de fornecer aos leitores informações precisas, imparciais e relevantes da atuação de órgãos públicos governamentais.
Fonte: Prefeitura de Goiânia