Política
- mar- 2026 -17 março

Governo quer vender a Saneago para pagar dívidas, alerta Marconi
O debate sobre a possível privatização da Saneago voltou a ganhar força no cenário político goiano. A companhia, responsável pelo…
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Kassab vai deixar governo paulista para articular agenda nacional do PSD
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, informou a aliados que terá encontro com o governador de São Paulo para…
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Filho publica foto e diz que saúde de Bolsonaro é delicada
O ex-vereador publicou na noite de segunda-feira (17) uma fotografia do ex-presidente internado em unidade hospitalar para informar sobre o…
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![O presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta terça-feira (17) que a Polícia Legislativa deve investigar os possíveis vazamentos de informações do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que estavam restritas à sala-cofre do colegiado.nNa segunda-feira (16), o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o fechamento da sala após a suspeita de vazamento de informações e possíveis tentativas de usos de câmeras escondidas, mesmo com o acesso limitado a parlamentares e auxiliares credenciados.n"Essa informação [sobre possíveis vazamento] será devidamente investigada pela polícia do Legislativo. O que nós sabemos é que, infelizmente, existiram tentativas e vazamentos de algumas informações que deveriam permanecer apenas no âmbito da investigação e informações particulares ligadas à quebra de sigilo do senhor Daniel Vorcaro que poderiam inviabilizar as provas", disse Viana em entrevista a jornalistas.nnSobre a decisão de André Mendonça, o senador afirmou ser uma medida necessária para preservar provas. Assim, em caso de uma eventual condenação, as provas não poderão ser alvo de pedido de anulação pela defesa de Vorcaro.n"Essa é uma decisão que protege a investigação, protege a prova e protege o resultado que o Brasil espera", disse.nNesta tarde, Viana afirmou que deve se reunir com a Advocacia do Senado para analisar o cumprimento da decisão de Mendonça e um possível pedido ao gabinete do ministro sobre um prazo para a devolução do material sigiloso. De acordo com o senador, informações pessoais incluídas nos dados de Vorcaro deverão passar por um filtro antes de serem devolvidas à CPMI.n"Já convoquei uma reunião para as 15 horas hoje para que a gente possa avaliar a decisão que nós temos que cumprir. Primeiro, nós temos que seguir as regras. E, ao mesmo tempo, fazemos um questionamento ao gabinete do ministro de quando esse material será devolvido, assim que as informações privadas forem retiradas desse escopo", afirmou.nNova fase de operaçãonNesta manhã, a PF (Polícia Federal) deflagrou, em parceria com a CGU (Controladoria-Geral da União), nova fase da operação Sem Desconto, que investiga o esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. A ação foi autorizada por André Mendonça.nDois mandados de prisão foram cumpridos: contra Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente da Aapen (Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional) e da AAPB (Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil), e contra o empresário Natjo de Lima Pinheiro.nA deputada Maria Gorete Pereira (MDB-CE) também foi alvo da operação com medidas cautelares. Ela passará a ter monitoramento com tornozeleira eletrônica e deverá cumprir recolhimento domiciliar. A reportagem tenta contato com a parlamentar. O espaço está aberto.nhttps://www.youtube.com/watch?v=DwBL-Xjn1ZQ](data:image/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==)
Viana pede investigação de vazamentos e proteção das provas da CPMI
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, afirmou que a investigação interna deve apurar tentativas de divulgação de…
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CPMI solicita proteção judicial a informante que denunciou Lulinha
A CPMI do INSS solicitou ao Supremo Tribunal Federal medidas de proteção pessoal para o informante que prestou declarações sobre…
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Bolsonaro tem segundo dia de melhora e permanece sem alta prevista
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou o segundo dia consecutivo de melhora clínica, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira (17) pelo…
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Moraes nega saída temporária a Delgatti por falta de prova documental
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu o pedido de saída temporária solicitado pelo apenado Walter Delgatti…
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Disputa silenciosa no PSD coloca Caiado contra relógio político
A movimentação recente do governador Ronaldo Caiado ao se filiar ao PSD revela uma tentativa clara de reposicionamento no cenário…
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Receita Federal paga cashback em lote de restituição do IR 2026
A Receita Federal informou na segunda-feira (16) a implantação de modalidade de cashback para restituições do Imposto de Renda relativas…
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![A PF (Polícia Federal) avançou no inquérito que investiga contratação de influenciadores digitais e páginas de celebridades para defender o Banco Master, de Daniel Vorcaro, e atacar o Banco Central.nDepoimentos de quem foi procurado por agências embasam a investigação e narram a abordagem em detalhes.nUm dos interrogatórios é do vereador de Erechim (RS) Rony Gabriel (PL), que tem 2 milhões de seguidores no Instagram. O depoimento dele foi em 12 de fevereiro. À PF, ele disse que foi procurado por André Salvador [da empresa UNLTD] com uma proposta de trabalho na área reputacional e de gestão de crise.nnSegundo Rony Gabriel, o nome de Vorcaro só foi revelado quando fizeram uma reunião virtual, pelo Google Meet, para tratar do assunto.n“Não entraram na quantia. Apenas deixaram claro que se tratava de valores milionários”, disse aos investigadores, por videoconferência.nProcurada, a UNLTD Brasil afirmou em ocasião anterior “não ter contrato com o Banco Master”.nEsse inquérito foi aberto no fim de janeiro pela PF. Como mostrou a CNN no dia 9 daquele mês, a PF traçou uma linha do tempo em relação a publicações de influenciadores digitais contra o BC entre 9 de dezembro do ano passado e 6 de janeiro deste ano e identificou ao menos 40 perfis que podem ter sido contratados no chamado “Projeto DV”, em referência às iniciais de Daniel Vorcaro, para defender seu banco, o Master.nOs perfis são de influenciadores das mais variadas áreas, como entretenimento, celebridades e um ou outro de finanças.nOs conteúdos, quase todos com o mesmo tom e formato, têm os discursos de que “pessoas comuns serão prejudicadas com o ‘desmoronamento’ do Master”, que havia “indícios de precipitação na liquidação do Master” [pelo Banco Central] e que “o banco foi liquidado em tempo considerado incomum”.nA investigação da PF já sabe que os responsáveis por procurar os influenciadores foram a agência Mithi, do empresário Thiago Miranda, e também por André Salvador, representante da empresa UNLTD, citado pelo vereador no depoimento. Procurado pela CNN, Thiago Miranda não respondeu à reportagem. O espaço segue aberto.nOs próximos passos da PF são interrogar os contratantes, para que expliquem os objetivos das contratações e de onde saía o dinheiro investido no “Projeto DV”.nhttps://www.youtube.com/watch?v=DgfxUGJIKmI](data:image/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==)
PF investiga influenciadores contratados por banco privado
A Polícia Federal intensificou a apuração sobre contratações de influenciadores digitais para promover narrativas favoráveis a um banco privado e…
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![O presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta terça-feira (17) que a Polícia Legislativa deve investigar os possíveis vazamentos de informações do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que estavam restritas à sala-cofre do colegiado.nNa segunda-feira (16), o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o fechamento da sala após a suspeita de vazamento de informações e possíveis tentativas de usos de câmeras escondidas, mesmo com o acesso limitado a parlamentares e auxiliares credenciados.n"Essa informação [sobre possíveis vazamento] será devidamente investigada pela polícia do Legislativo. O que nós sabemos é que, infelizmente, existiram tentativas e vazamentos de algumas informações que deveriam permanecer apenas no âmbito da investigação e informações particulares ligadas à quebra de sigilo do senhor Daniel Vorcaro que poderiam inviabilizar as provas", disse Viana em entrevista a jornalistas.nnSobre a decisão de André Mendonça, o senador afirmou ser uma medida necessária para preservar provas. Assim, em caso de uma eventual condenação, as provas não poderão ser alvo de pedido de anulação pela defesa de Vorcaro.n"Essa é uma decisão que protege a investigação, protege a prova e protege o resultado que o Brasil espera", disse.nNesta tarde, Viana afirmou que deve se reunir com a Advocacia do Senado para analisar o cumprimento da decisão de Mendonça e um possível pedido ao gabinete do ministro sobre um prazo para a devolução do material sigiloso. De acordo com o senador, informações pessoais incluídas nos dados de Vorcaro deverão passar por um filtro antes de serem devolvidas à CPMI.n"Já convoquei uma reunião para as 15 horas hoje para que a gente possa avaliar a decisão que nós temos que cumprir. Primeiro, nós temos que seguir as regras. E, ao mesmo tempo, fazemos um questionamento ao gabinete do ministro de quando esse material será devolvido, assim que as informações privadas forem retiradas desse escopo", afirmou.nNova fase de operaçãonNesta manhã, a PF (Polícia Federal) deflagrou, em parceria com a CGU (Controladoria-Geral da União), nova fase da operação Sem Desconto, que investiga o esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. A ação foi autorizada por André Mendonça.nDois mandados de prisão foram cumpridos: contra Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente da Aapen (Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional) e da AAPB (Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil), e contra o empresário Natjo de Lima Pinheiro.nA deputada Maria Gorete Pereira (MDB-CE) também foi alvo da operação com medidas cautelares. Ela passará a ter monitoramento com tornozeleira eletrônica e deverá cumprir recolhimento domiciliar. A reportagem tenta contato com a parlamentar. O espaço está aberto.nhttps://www.youtube.com/watch?v=DwBL-Xjn1ZQ](https://goyaz.com.br/wp-content/uploads/2026/03/o-senador-carlos-viana-presidente-da-cpmi-do-inss-390x220.jpg)





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