Goiás

Ônibus movido a biometano estreia no BRT Leste-Oeste

Percurso será feito em fase de testes durante período de quatro meses. Série de 500 veículos serão acrescidos à frota do transporte coletivo até final de 2026

O transporte coletivo de Goiânia e Região Metropolitana iniciou um processo em direção à sustentabilidade com a inclusão do primeiro ônibus movido a biometano. O veículo começa a rodar nesta quinta-feira (13/3), em um período de testes de cerca de quatro meses.

O ônibus fará rotas entre os terminais Novo Mundo e Praça da Bíblia, e entre os terminais Novo Mundo e Senador Canedo, do BRT Leste-Oeste (Eixo Anhanguera). Com capacidade para armazenar 195 metros cúbicos de biometano, o ônibus tem autonomia para percorrer 295 quilômetros, o que corresponde a até oito viagens diárias.

A fase de testes é crucial para ajustes técnicos e adaptação do veículo às rotas e características de Goiânia e cidades do Entorno. Uma estação provisória de abastecimento de biometano foi instalada na área de estocagem do Terminal Novo Mundo. Este ônibus é o primeiro de uma série de 500 veículos com essa tecnologia que serão incorporados à frota do transporte coletivo até o final de 2026, como parte do projeto Nova Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (Nova RMTC).

Além da renovação da frota com veículos equipados com ar-condicionado, o projeto inclui a compra de mais 300 veículos, reforma dos terminais e estações do BRT Leste-Oeste, entrega do BRT Norte-Sul e revitalização dos pontos de ônibus.

O Governo de Goiás informa que objetiva priorizar a sustentabilidade, buscando modelos que reduzam significativamente a emissão de gases poluentes. Três tecnologias estão sendo utilizadas: ônibus a diesel Padrão Euro 6, ônibus elétrico e ônibus a biometano, sendo este último o menos poluente.

A iniciativa também visa incentivar a criação de uma cadeia de produção local do biometano, aproveitando o potencial de Goiás para produzir biogás a partir de resíduos da cana-de-açúcar. O biometano é obtido por meio da purificação do biogás, resultante da decomposição de matéria orgânica em biodigestores.

Esse processo gera energia renovável, reduz a emissão de gases poluentes e aproveita resíduos orgânicos que seriam descartados. O projeto Nova RMTC é financiado por meio do subsídio à tarifa, que mantém a passagem a R$ 4,30 desde 2019, com recursos do Governo de Goiás, prefeituras de Goiânia e cidades da Região Metropolitana, além da contrapartida do Consórcio BRT.

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*Texto publicado e editado, parcialmente, sob supervisão jornalística, utilizando de ferramentas de Inteligência Artificial para objetivar, resumir de forma imparcial, conteúdo de órgãos de gestão da administração pública.

Fontes:
Nova Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (Nova RMTC).
Governo de Goiás

Redação GOYAZ

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