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Três OSs assumem maternidades de Goiânia em contrato de R$ 38 milhões

Os contratos de colaboração cobrem a gestão administrativa e assistencial das maternidades, englobando desde a contratação de profissionais até a manutenção de equipamentos e a aquisição de insumos

Três OSs assumem maternidades de Goiânia em contrato de R$ 38 milhões: a Prefeitura de Goiânia empenhou nesta quinta-feira (31) R$ 38 milhões para a gestão de maternidades da cidade por meio de Organizações Sociais (OSs).

Três OSs assumem maternidades de Goiânia em contrato de R$ 38 milhões
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Três OSs assumem maternidades de Goiânia em contrato de R$ 38 milhões

O repasse é parte de um contrato emergencial de três meses, assinado com o Instituto Patris, a Sociedade Beneficente São José (SBSJ) e a Associação Beneficente do Brasil (AHBB). A decisão ocorre em meio a desafios na área da saúde pública municipal, e o objetivo declarado é manter a continuidade e a qualidade do atendimento nas unidades.

A reportagem buscou informações junto à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia para entender a distribuição dos valores e as responsabilidades de cada OS. Os contratos de colaboração preveem a gestão administrativa e assistencial das unidades, incluindo a compra de insumos, a manutenção de equipamentos e a contratação de profissionais.

O Instituto Patris foi contratado para gerir a Maternidade Dona Iris, uma das principais referências em saúde materno-infantil na capital.

A Sociedade Beneficente São José (SBSJ) ficou responsável pela Maternidade Nascer Cidadão, enquanto a Associação Beneficente do Brasil (AHBB) assumiu a gestão da Maternidade Célia Câmara.

Os valores empenhados foram divididos entre as três organizações, com base nas necessidades e no porte de cada unidade.

A medida levanta discussões sobre a terceirização da gestão de serviços de saúde por meio de OSs. Críticos argumentam que o modelo pode precarizar o serviço e a fiscalização, enquanto defensores apontam maior agilidade na gestão e otimização de recursos.

A prefeitura, por sua vez, afirma que a contratação emergencial foi a solução mais rápida para garantir que as maternidades continuassem operando sem interrupções.

A transparência na aplicação dos recursos e o acompanhamento rigoroso do desempenho das OSs são pontos cruciais a serem observados nos próximos meses.

O contrato emergencial de 90 dias servirá como um período de transição enquanto a prefeitura trabalha em um processo de licitação mais amplo para a gestão das unidades de saúde.

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Redação GOYAZ

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