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Dino aciona CGU e TCU para dar transparência ao destino de emendas pix; entenda

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou um plano de trabalho para dar maior transparência ao destino das emendas tipo Pix. Essa medida visa aumentar a clareza sobre como os recursos são utilizados e evitar possíveis desvios.

O magistrado apontou que a decisão não deve impactar as emendas de 2025, atingindo apenas as com:

  • impedimentos técnicos identificados;
  • suspensão específica, anteriormente determinada pelo STF, por auditorias em ONGs e demais entidades do terceiro setor;
  • recursos destinados à Saúde que não estejam em contas específicas e regularizadas;
  • transferências sem plano de trabalho;
  • falta de comprovação que irão para comissão ou bancada;
  • incidência de ordem judicial de outra instância do Poder Judiciário ou dos órgãos de controle.

As emendas Pix são uma modalidade de transferência que permite maior agilidade nos repasses entre o governo federal e estados e municípios beneficiados. Os recursos são indicados por parlamentares e não precisam de celebração de convênio para serem transferidos.

No entanto, o mecanismo foi alvo de questionamentos por parte do STF devido à falta de transparência na transferência dos recursos. Com as novas regras, os parlamentares deverão indicar o objeto e o valor das transferências.

A decisão de Dino não deve impactar as emendas de 2025, atingindo apenas as com impedimentos técnicos identificados, suspensão específica anteriormente determinada pelo STF, recursos destinados à Saúde que não estejam em contas específicas e regularizadas, transferências sem plano de trabalho, falta de comprovação que irão para comissão ou bancada, e incidência de ordem judicial de outra instância do Poder Judiciário ou dos órgãos de controle.

Além disso, Dino determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) apure as emendas liberadas no ano passado e que ficaram sem especificação de uso. Ele também ordenou ao Tribunal de Contas da União (TCU) a elaboração de um programa para checar o destino das emendas Pix empregadas de 2020 a 2023.

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*Texto publicado e editado, parcialmente, sob supervisão jornalística, utilizando de ferramentas de Inteligência Artificial para objetivar, resumir de forma imparcial, conteúdo de órgãos de gestão da administração pública.

*Fonte: Supremo Tribunal Federal

Redação GOYAZ

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