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Fraudes eletrônicas motivam operação policial em Goiânia e Senador Canedo

Polícia Civil cumpre 11 mandados judiciais contra grupo especializado em ocultação de valores e estelionato.

Fraudes eletrônicas motivam operação policial em Goiânia e Senador Canedo: a Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos, deflagrou nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, a Operação Nexo Digital. A ofensiva visa desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro com atuação em Goiás.

Fraudes eletrônicas motivam operação policial em Goiânia e Senador Canedo

As equipes cumpriram 11 mandados judiciais, sendo seis de busca e apreensão e cinco de prisão temporária. As diligências ocorreram nos municípios de Goiânia, Senador Canedo e Itapaci, conforme diretrizes da Polícia Civil.

Além das prisões, o Poder Judiciário autorizou o sequestro de aproximadamente 200 mil reais das contas dos investigados. Durante as buscas, os agentes efetuaram uma prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e tráfico de entorpecentes.

O inquérito policial apura os crimes de estelionato eletrônico, associação criminosa e lavagem de dinheiro. As tipificações estão previstas no Código Penal e na Lei 9.613 de 1998, que disciplina os crimes de ocultação de bens e valores.

Os trabalhos de inteligência começaram em março de 2025. Os investigadores identificaram um grupo responsável pela comercialização diária de contas bancárias, utilizadas como depósitos para valores oriundos de golpes financeiros.

A estrutura do grupo operava em três etapas distintas para garantir a circulação dos recursos ilícitos. O esquema envolvia a captação de contas, a execução das fraudes e a subsequente ocultação do capital para dificultar o rastreio pelas autoridades.

Nas residências dos alvos, a polícia apreendeu uma arma, drogas, 70 munições e mais de 100 cartões bancários registrados em nome de terceiros. Esse material reforça os indícios de fraude documental e uso de laranjas pela organização.

Parte dos detidos já possui histórico criminal por delitos graves, como homicídio qualificado, receptação e tráfico de drogas. Os antecedentes foram fundamentais para a fundamentação das prisões cautelares diante do risco de reiteração delitiva.

A Polícia Civil mantém as investigações para identificar outros integrantes da rede e ampliar o bloqueio de ativos financeiros. Mais detalhes sobre o andamento do caso serão disponibilizados no portal de Notícias da instituição.

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Crédito da Imagem: PCGO

Redação GOYAZ

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