Cidades

Luan Alves defende democratização dos parques e urge envio do novo Código Ambiental

Discussão central visa assegurar o acesso público e o uso cotidiano dos parques urbanos, exigindo, contudo, que essa utilização seja consciente e responsável, de modo a evitar a degradação das áreas de preservação

Luan Alves defende democratização dos parques e urge envio do novo Código Ambiental: em um debate que combina urbanismo, meio ambiente e qualidade de vida, o vereador Luan Alves (MDB) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Goiânia para defender a democratização dos espaços públicos e a utilização cotidiana dos parques pela população. A discussão se deu em meio à cobrança do parlamentar ao Executivo Municipal pelo envio do novo Código Ambiental da capital e a revisão do Plano Diretor, cujo prazo legal estaria se esgotando.

Ex-presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), Luan Alves tem defendido a necessidade de um equilíbrio entre a preservação das áreas verdes e o direito dos cidadãos a usufruírem desses ambientes para lazer, esporte e convivência.

Luan Alves defende democratização dos parques e urge envio do novo Código Ambiental

O cerne da discussão sobre a democratização é garantir que a população use os parques urbanos sem que isso signifique a degradação das áreas de preservação. Luan ressaltou que a utilização dos parques deve ser inclusiva e rotineira.

“Não sou a favor de grandes eventos que causam impacto nas áreas de preservação, como o ocorrido no Parque Flamboyant, que geram desgaste ambiental desnecessário. Mas a utilização cotidiana dos parques, para lazer e convivência, precisa ser garantida e estimulada. A cidade é feita para as pessoas, e os parques são extensões da casa do goianiense,” afirmou o vereador.

A fala do parlamentar enfatiza que os espaços públicos devem ser acessíveis a todos, refletindo uma visão de cidade que prioriza o bem-estar social e a ocupação saudável dos ativos ambientais.

A Urgência do Código Ambiental de Goiânia

O vereador cobrou veementemente a Prefeitura de Goiânia pelo descumprimento dos prazos legais para a atualização de importantes legislações urbanísticas. Segundo Alves, há um prazo previsto no Plano Diretor para o envio do Código Ambiental, que está prestes a vencer.

Goiânia, apesar de ser uma das cidades mais arborizadas do mundo, ainda não possui um Código Ambiental próprio consolidado, o que, para o vereador, configura uma lacuna de planejamento.

“Nós temos que cobrar do Executivo o envio da legislação ambiental, cujo prazo no nosso Plano Diretor está prestes a vencer. A ausência desse Código mostra uma falta de planejamento por parte dos técnicos e dos servidores da Prefeitura,” declarou Luan Alves.

A criação de um Código Ambiental municipal é vista como essencial para tratar de questões cruciais, como:

  • Regras Claras de Ocupação: Estabelecer diretrizes claras para o uso e a ocupação dos parques e áreas verdes.
  • Gestão de Recursos: Aprimorar a gestão de recursos hídricos, resíduos e licenciamento.
  • Segurança Jurídica: Oferecer segurança jurídica para empreendedores e para o próprio Poder Público.

Além do Código, o vereador também cobrou a revisão do Plano Diretor, que deveria ocorrer a cada dois anos, mas que já se arrasta por quatro anos sem atualização, travando o desenvolvimento ordenado da capital.

A cobrança de Luan, que tem histórico de atuação na área ambiental, coloca em evidência a necessidade de a Prefeitura acelerar o trâmite legislativo para dar a Goiânia instrumentos legais modernos e eficazes para gerir seu patrimônio ambiental e urbanístico.

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Crédito da Imagem: Divulgação

Redação GOYAZ

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