Haddad e Lula em reunião com portas fechadas; sabia 25 metas da agenda econômica para 2025 e 2026; pilares do plano, medidas-chaves e mais

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu na última terça-feira (21) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com portas fechadas, por cerca de 2 horas e 40 minutos, no Palácio do Planalto. Haddad apresentou ao presidente Lula e aos demais ministros um plano com 25 metas da agenda econômica para 2025 e 2026. Esse plano é dividido em três pilares principais:
Pilares do Plano
1. Estabilidade Macroeconômica: política fiscal e justiça tributária, com foco em expansão sustentável do PIB, controle do desemprego, inflação baixa e estabilidade da dívida ¹.
2. Novo Brasil: Plano de Transformação Ecológica: medidas para promover a descarbonização da economia brasileira.
3. Melhoria do Ambiente de Negócios: aperfeiçoamento da proteção a investidores, consolidação legal das infraestruturas do mercado financeiro e regulamentação econômica das big techs [1).
Medidas-Chave
– Reforma tributária progressiva sobre a renda, com isenção para quem recebe até R$ 5 mil por mês.
– Fortalecimento do arcabouço fiscal para assegurar expansão sustentável do PIB.
– Limitação dos supersalários.
– Reforma da previdência dos militares.
– Regulamentação do mercado de carbono.
– Implementação do mercado de crédito com execução extrajudicial.
A comunicação relacionada à economia, liderada por Fernando Haddad, tem sido alvo de críticas de integrantes da base governista e da oposição. Haddad afirma que essas críticas não têm base na realidade e não são embasadas em dados, conforme declarou à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.
Onda de fake news do pix
Após uma onda de fake news, o governo revogou a instrução normativa da Receita Federal (IN RFB nº 2219/2024) que ampliava o monitoramento de transações financeiras. A decisão foi tomada para proteger a população de informações distorcidas e manipulações políticas, segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.
A norma revogada estabelecia que as instituições financeiras informassem a Receita Federal sobre transações de R$ 5 mil ou mais realizadas por pessoas físicas e transações de R$ 15 mil ou mais feitas por pessoas jurídicas. No entanto, essa medida foi mal interpretada e distorcida, gerando uma onda de desinformação sobre uma suposta taxação do Pix.
Com a revogação, o governo também editou a Medida Provisória nº 1.288/2025, que garante a gratuidade do Pix e a manutenção do sigilo bancário. Além disso, a Receita Federal reforçou que não há taxação sobre transações via Pix.
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*Texto publicado utilizando ferramentas jornalísticas de IA, sob supervisão, para simplificar, objetivar e resumir o conteúdo com intuito de fornecer aos leitores informações precisas, imparciais e relevantes da atuação de órgãos públicos governamentais.
* Fontes: Agência Gov / Ministério da Fazenda