Homem é preso após ameaçar avó em Bom Jesus de Goiás

Homem é preso após ameaçar avó em Bom Jesus de Goiás, no sul do estado, depois que a idosa procurou a Polícia Civil para denunciar ameaças de morte e a intenção do neto de converter a residência da família em ponto de venda de drogas.
De acordo com o registro policial, o suspeito, usuário de entorpecentes e com histórico de violência doméstica, dizia frases como “você tem que morrer” e “tenho que dar um fim em você”. A avó relatou que permitiu a volta do neto à casa por causa de um problema de saúde, mas furtos de alimentos e objetos recomeçaram, segundo ela, para sustentar o vício.
Homem é preso após ameaçar avó em Bom Jesus de Goiás
Após a denúncia formal, investigadores localizaram o homem na manhã da última segunda-feira (10) e efetuaram a prisão em flagrante. Ele foi autuado por ameaça no contexto de violência doméstica e familiar, com base no artigo 147 do Código Penal, combinado com a Lei Maria da Penha. O texto legal pode ser consultado no portal oficial do Planalto, que consolida a legislação federal.
Investigação segue aberta
A Polícia Civil informou que, até o momento, o suspeito não foi indiciado por furto, pois os objetos supostamente levados não foram identificados. No entanto, as investigações continuam para apurar possíveis crimes patrimoniais e avaliar se há indícios de tráfico de drogas, dado o relato de que ele pretendia transformar o imóvel em ponto de comercialização de entorpecentes.
Histórico de reincidência
Segundo a corporação, o homem já tinha passagens anteriores por violência doméstica e chegou a receber medidas protetivas que o impediam de se aproximar da avó. A idosa, contudo, desfez a restrição quando o neto apresentou problemas de saúde, permitindo sua volta ao lar. O ciclo de ameaças, entretanto, foi retomado, culminando na recente prisão.
Detido, o suspeito foi levado à delegacia local e segue à disposição da Justiça. Caso seja condenado, pode pegar pena de detenção de um a seis meses ou multa, aumentada devido ao contexto de violência doméstica.
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Crédito: Polícia Civil