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Invocação do Mal: conheça os casos reais por trás dos filmes

Invocação do Mal volta aos holofotes com a estreia de “Invocação do Mal 4: O Último Ritual”, reacendendo o interesse pelos relatos verídicos que inspiram a série de terror. Ao longo de dez longas, a franquia baseou-se em investigações conduzidas por Ed e Lorraine Warren, casal de demonólogos que alegava confrontar entidades sobrenaturais.

Para quem se prepara para o novo capítulo, relembrar os episódios autênticos ajuda a entender por que a saga impacta o público há mais de uma década.

Invocação do Mal: conheça os casos reais por trás dos filmes

A produção mais recente se debruça sobre a história da família Smurl, que viveu na Pensilvânia entre 1973 e 1989. Jack e Janet Smurl informaram ruídos estrondosos, odores pútridos e mudanças bruscas de comportamento dentro de casa. Ed Warren classificou o demônio ali presente como “poderoso”, registrando fitas de áudio dos supostos fenômenos. Em 1987, os barulhos amenizaram, mas voltaram esporadicamente, e o caso rendeu o filme “A Casa das Almas Perdidas” (1991).

Fazenda Perron e o terror inaugural

O primeiro “Invocação do Mal” (2013) dramatiza os eventos na fazenda da família Perron, em Rhode Island, anos 1970. A matriarca Carolyn relatou possessão pela figura de Bathsheba Sherman, alegada bruxa do século XIX. Móveis deslocavam-se sozinhos e ataques físicos ocorreram, segundo os Warren. A família deixou a propriedade em 1980 sem solução definitiva.

O legado sinistro de Annabelle

No fim da mesma década, a boneca Annabelle passou a ser guardada em vitrine segura após estudantes de enfermagem relatarem que o brinquedo abrigava entidade maligna. Para Ed e Lorraine, não se tratava do espírito inocente de uma criança, mas de força demoníaca que manipulava o objeto para se aproximar das vítimas.

Poltergeist de Enfield

Entre 1977 e 1979, a família Hodgson enfrentou fenômenos em Enfield, Londres: vozes graves vindas das filhas, móveis arrastados e objetos arremessados. Embora céticos apontassem fraude, os Warren defenderam a legitimidade do caso, que virou base para “Invocação do Mal 2”.

O julgamento de Arne Johnson

“Invocação do Mal 3” explora o processo criminal de Arne Johnson, considerado o primeiro nos Estados Unidos a alegar possessão demoníaca como defesa. Acusado de homicídio em 1981, Johnson teria sido tomado por entidade durante exorcismo de um garoto. A Justiça, contudo, rejeitou a tese e o condenou.

A consistência desses relatos fortaleceu a repercussão mundial da franquia de terror ao combinar suspense cinematográfico com fatos documentados.

Apesar de controvérsias, cada capítulo de “Invocação do Mal” mantém vivo o debate sobre fenômenos paranormais, preservando o legado de Ed e Lorraine Warren para uma nova geração de fãs.

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Crédito da imagem: Reprodução

Redação GOYAZ

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