Política

Bolsonaro apresenta melhora e deve deixar a UTI nas próximas 24 horas

Boletim médico do Hospital DF Star indica evolução clínica e redução do suporte respiratório, e laudos foram encaminhados ao órgão responsável para parecer técnico.

O antigo presidente Jair Bolsonaro apresentou sinais de melhora e a equipe médica informou previsão de transferência da Unidade de Terapia Intensiva para quarto nas próximas 24 horas. O boletim assinado pela equipe do Hospital DF Star, divulgado na segunda-feira (23), relatou evolução clínica e redução da necessidade de suporte ventilatório entre as últimas avaliações.

O paciente foi internado inicialmente na UTI após diagnóstico de pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração, que teria ocorrido por aspiração de conteúdo gástrico durante período de rebaixamento do nível de consciência. Na admissão os registros indicaram febre elevada, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios, parâmetros que motivaram a vigilância intensiva e a instituição de terapia antimicrobiana dirigida.

Em boletim anterior a equipe médica havia informado que o antigo chefe do Executivo poderia permanecer internado por ao menos sete dias, em observação e com possibilidade de ajustes terapêuticos conforme evolução. Com a mudança do quadro clínico a previsão foi atualizada para retirada gradual de suporte e transferência para unidade de enfermaria caso a estabilidade respiratória e hemodinâmica se confirmem.

O Ministério Público Federal se manifestou favoravelmente ao pedido de prisão domiciliar formulado pela defesa do antigo presidente, após juntada de novos laudos médicos aos autos do procedimento. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, remeteu os relatórios médicos à Procuradoria-Geral da República e determinou que fosse emitida manifestação técnica sobre a condição de saúde.

A decisão sobre eventual concessão de prisão domiciliar permanece a cargo do magistrado que analisou os pedidos, e deverá levar em conta pareceres médicos e requisitos processuais previstos na legislação. Fontes médicas consultadas pela equipe assistencial reiteraram que qualquer mudança no regime de custódia depende de estabilidade clínica sustentada e de documentação complementar encaminhada ao juízo competente.

A equipe do hospital registrou uso de antibióticos de amplo espectro e medidas de suporte respiratório que foram monitoradas por meio de exames laboratoriais e imagens de controle. Os médicos informaram que a resposta terapêutica foi avaliada por parâmetros clínicos e laboratoriais e que alterações nos planos são definidas conforme protocolos institucionais e consensos especialistas.

A alta da UTI não implica necessariamente alta hospitalar imediata, pois o paciente permanecerá em observação na enfermaria até que os critérios de segurança clínica sejam plenamente atendidos. Equipe de enfermagem e médicos programaram avaliações frequentes de sinais vitais e exames complementares para acompanhar a evolução e subsidiar decisões sobre alta hospitalar e retorno às atividades habituais.

A internação do antigo presidente ocorre em meio a procedimentos judiciais em curso e a manifestações públicas que mantêm elevado o interesse da opinião pública sobre o desfecho do caso. Autoridades responsáveis pelo acompanhamento jurídico informaram que os trâmites processuais seguirão sob prazos legais independentemente do momento clínico, observando as garantias de defesa e a regularidade das medidas.

A equipe hospitalar informou que novas atualizações sobre o estado de saúde serão divulgadas na sequência das avaliações clínicas programadas e que comunicados institucionais orientarão a população sobre desdobramentos. Fontes técnicas ressaltaram que a evolução favorável em 24 horas não altera a necessidade de seguimento e que qualquer definição dependerá de avaliações sucessivas e de relatórios consolidados.

Os familiares e a defesa foram comunicados pela assessoria do hospital sobre o andamento do tratamento e sobre as medidas adotadas para garantir continuidade do cuidado nos próximos dias. Órgãos públicos deverão receber atualizações formais por meio de relatórios e o hospital informou que emitirá boletins a cada nova avaliação relevante, conforme normas de transparência institucional.

Redação GOYAZ

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