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Golpe da Tela Aberta: dupla é presa no Rio pela PCGO

Golpe da Tela Aberta foi o foco de uma operação conjunta que resultou na prisão de dois homens no Rio de Janeiro, na última terça-feira (26/03). Identificados como Samuel Cordeiro Vicente e Matheus Silva Pizani, eles tinham mandados expedidos pela Justiça de Goiás desde janeiro e são apontados como autores de furtos mediante fraude em caixas eletrônicos de Goiânia.

A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Antirroubo a Banco da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), iniciou as investigações após três ocorrências registradas entre maio e julho de 2023. Câmeras internas das agências confirmaram a participação dos suspeitos, que usavam documentos falsos para se passar por funcionários bancários.

Golpe da Tela Aberta: dupla é presa no Rio pela PCGO

O esquema, também chamado de “crime de tela aberta”, consistia em abordar clientes com dificuldade para sacar dinheiro fora do horário de expediente. Um dos investigados oferecia ajuda e induzia a vítima a pensar que o terminal estava com defeito. Enquanto isso, o comparsa permanecia no caixa “aberto” e realizava saques com o cartão da vítima.

Conforme a Deic, o mesmo modus operandi foi identificado em Anápolis, no Distrito Federal e em cinco estados — Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. A amplitude do golpe reforçou o pedido de prisão preventiva concedido pela Justiça goiana.

Durante o cumprimento dos mandados no Rio, a dupla acabou detida em flagrante por delitos semelhantes. Em Goiás, eles responderão por furto mediante fraude e associação criminosa; já no Rio, também foram autuados por uso de documentos falsos.

A divulgação das identidades seguiu os critérios da Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021 da PCGO, visando facilitar que novas vítimas reconheçam os suspeitos. Segundo o Banco Central, fraudes em caixas eletrônicos ainda representam parcela relevante das perdas financeiras dos consumidores.

Os presos foram transferidos para o sistema prisional carioca, onde permanecem à disposição da Justiça.

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Crédito da imagem: Polícia Civil de Goiás

Redação GOYAZ

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