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EUA dizem não haver provas de minas navais no Estreito de Ormuz

O secretário de Defesa afirmou não haver evidência clara de implantação de minas e pediu verificação antes de atribuir responsabilidades aos relatos divulgados no início da semana.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos afirmou em coletiva nesta sexta-feira (13) não existir evidência clara de que o Irã tenha colocado minas no Estreito de Ormuz. A declaração diverge de reportagens do início da semana que apontaram a suposta implantação de cerca de uma dúzia de minas nessa via marítima utilizada para escoar cerca de um quinto do petróleo mundial.

Questionado sobre a possibilidade de minas, o secretário afirmou que houve relatos e declarações públicos sobre o tema e que, apesar das menções, não existem provas claras confirmando a operação iraniana. Ele repreendeu cobertura considerada precipitada e ressaltou a necessidade de evidências concretas antes de atribuir responsabilidade por incidentes em águas internacionais e afetar avaliações de segurança e comércio marítimo.

Os comentários ocorrem em um momento de alta nos preços de petróleo e gás, com as tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã entrando no 14º dia e pressionando mercados energéticos globais. Analistas e autoridades monitoram rotas como o Estreito de Ormuz dada a importância estratégica da via para o escoamento de carga óleo e combustíveis, o que influencia cotações e decisões de política externa.

Até o momento as autoridades americanas não apresentaram fotografias ou provas físicas publicadas que confirmem a presença de minas, e forças navais de diferentes países mantêm patrulha e vigilância na região. Investigações técnicas e intercâmbio de informações entre aliados prosseguem com prioridade, enquanto operadores de embarcações e empresas do setor revisam rotas e protocolos de segurança diante do risco de incidentes marítimos.

Especialistas consultados afirmam que ausência de evidência imediata não elimina a possibilidade de ameaças subsequentes e que a confirmação depende de buscas sistemáticas e análises forenses em campo. Autoridades indicam que qualquer atribuição de responsabilidade exigirá provas verificáveis e que medidas diplomáticas e de segurança serão calibradas conforme resultados das averiguações e impacto nas cadeias de fornecimento.

Redação GOYAZ

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