Assassino de John Lennon tem 14ª liberdade condicional negada

Assassino de John Lennon, Mark David Chapman, 70 anos, teve o pedido de liberdade condicional rejeitado pela 14ª vez, mantendo-se preso mais de quatro décadas após o crime que abalou o mundo.
Chapman matou o ex-Beatle a tiros em 8 de dezembro de 1980, diante do edifício Dakota, em Nova York. Condenado em 1981 a 20 anos de prisão à perpétua, ele cumpre pena no presídio de segurança máxima Green Haven Correctional Facility.
Assassino de John Lennon tem 14ª liberdade condicional negada
A audiência mais recente ocorreu em 27 de agosto, segundo o Departamento Estadual de Correções e Supervisão Comunitária de Nova York. Embora a transcrição oficial ainda não tenha sido divulgada, a junta voltou a negar a liberação, mantendo o detento atrás das grades.
Em audiências anteriores, Chapman reconheceu a gravidade do ato. Em 2022, declarou ter buscado “fama a qualquer custo”, admitindo que sabia ser “perverso” tirar a vida de Lennon. Na ocasião, os magistrados argumentaram que “o mundo sofreu para se recuperar do vazio” gerado pelo assassinato.
Horas antes dos disparos, Chapman aproximou-se do músico de 40 anos para conseguir um autógrafo no recém-lançado álbum “Double Fantasy”. Ele viajara do Havaí a Nova York com o propósito de cometer o crime e, conforme relato de 2012, chegou a hesitar, mas sentiu-se “compelido” a puxar o gatilho.
Dan Richter, ex-assistente pessoal de Lennon, atribui parte da tragédia a falhas de segurança no Dakota, dizendo que o cantor poderia ter usado uma entrada lateral. A avaliação foi publicada pelo jornal britânico Daily Telegraph, veículo de alta reputação internacional.
Com a nova negativa, Chapman só poderá pleitear a progressão de regime em fevereiro de 2027, mantendo-se sob vigilância máxima no sistema prisional do estado de Nova York.
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Crédito da imagem: Bang ShowBiz