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Mendanha avalia saída do PSD após impasse sobre candidatura ao Senado

Ex-prefeito de Aparecida de Goiânia deve se reunir com Gilberto Kassab até o fim de janeiro

Mendanha avalia saída do PSD após impasse sobre candidatura ao Senado: o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia e pré-candidato ao Senado Federal, Gustavo Mendanha, avalia a desfiliação do Partido Social Democrático (PSD). A decisão deve ser consolidada após reunião com o presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, prevista para ocorrer até o final de janeiro de 2026, com o objetivo de discutir o espaço político do ex-gestor na chapa majoritária.

Mendanha avalia saída do PSD após impasse sobre candidatura ao Senado

A crise na legenda ocorre meses após a filiação de Mendanha, ocorrida em junho do ano passado sob articulação do senador Vanderlan Cardoso, atual presidente do PSD Goiás. A divergência central reside na garantia de legenda para a disputa ao Senado, uma vez que a direção nacional sinalizou que Vanderlan Cardoso é considerado o candidato natural à reeleição.

Mendanha condiciona sua permanência no partido a uma reestruturação da executiva estadual. O ex-prefeito busca maior protagonismo e critica a condução de Vanderlan, apontando falta de diálogo com as bases. Contudo, interlocutores da cúpula nacional indicam que a probabilidade de Gilberto Kassab destituir o senador da presidência em Goiás é remota no atual cenário.

Vanderlan Cardoso, por sua vez, afirma publicamente que a legenda comporta ambos os projetos políticos e que não há interesse na saída de Mendanha. O senador reforça que o ex-prefeito foi recebido com deferência no partido. Apesar das declarações oficiais, o impasse sobre qual nome terá a prioridade do fundo partidário e da estrutura de campanha permanece sem resolução.

O cenário de instabilidade no PSD reflete as movimentações antecipadas para o pleito de 2026. Mendanha deve definir sua nova legenda nas próximas semanas caso a reunião com Kassab não resulte em garantias formais. Partidos da base aliada e de oposição monitoram o desenlace da crise interna. A legislação eleitoral estabelece prazos rígidos para a troca de sigla por parte de detentores de mandato e pré-candidatos que buscam viabilidade eleitoral.

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Crédito da Imagem: Divulgação

Redação GOYAZ

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