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Ameaça do PCC a Promotor de Justiça de SP acende alerta em todo o país

Promotor da Gaeco liderou diversas forças-tarefas estaduais e interestaduais contra o crime organizado e tem atuação no enfrentamento a grupos criminosos que agem nas fronteiras do Brasil

Ameaça do PCC a Promotor de Justiça de SP acende alerta em todo o país: a notícia de um plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para assassinar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), reverberou em todo o Brasil e mobilizou a comunidade jurídica.

Ameaça do PCC a Promotor de Justiça de SP acende alerta em todo o país

O Ministério Público de Goiás (MPGO), em consonância com entidades nacionais como o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) e o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), manifestou solidariedade e repúdio ao ato.

A ameaça ao promotor, membro do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Campinas (SP), foi descoberta após uma operação que resultou na prisão de dois empresários que estariam financiando o atentado. As investigações apontam que o plano foi articulado por Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como “Mijão”, um dos principais chefes da facção, atualmente foragido na Bolívia.

A motivação do atentado seria retaliar a atuação do promotor em investigações sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro por meio do comércio de carros de luxo. A operação do Gaeco e da Polícia Militar de São Paulo desmantelou o complô, que já incluía a compra de veículos, armamento pesado e a contratação de executores para uma emboscada.

A nota conjunta do CNPG e do GNCOC, prontamente apoiada pelo MPGO, destaca a gravidade da intimidação. No comunicado, as entidades afirmam que “esses atos não nos enfraquecem, pelo contrário, reforçam a nossa missão de atuar firme contra o crime organizado, em defesa da sociedade e do Estado Democrático de Direito.”

O episódio não é um caso isolado. Outros promotores já foram alvo do crime organizado no passado, como o promotor Lincoln Gakiya, também do MPSP e conhecido por sua atuação implacável contra o PCC. A recorrência desses planos de atentado demonstra a crescente tensão e a periculosidade do combate ao crime organizado no país. A solidariedade e o apoio institucional são vistos como um pilar fundamental para garantir a segurança e a autonomia dos membros do Ministério Público na defesa da sociedade.

O promotor de Justiça Amauri Silveira Filho, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, atua há mais de 10 anos em Campinas. Ele já foi coordenador do Gaeco e é conhecido por sua atuação no combate ao tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro.

Silveira Filho também liderou diversas forças-tarefas estaduais e interestaduais contra o crime organizado e tem atuação no enfrentamento a grupos criminosos que agem nas fronteiras do Brasil.

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Crédito da Imagem: Reprodução/Arquivo/Youtube

Redação GOYAZ

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