Nomes cotados para vice de Daniel Vilela 2026
Pauta tem movimentado os bastidores da política estadual e articulação envolve fatores como alianças partidárias e equilíbrio regional

Nomes cotados para vice de Daniel Vilela 2026: a escolha do nome que ocupará a vice na chapa do pré-candidato ao governo de Goiás só deve ser definida em junho de 2026.
No entanto, a pauta tem movimentado os bastidores da política estadual. A articulação envolve fatores como alianças partidárias, equilíbrio regional, influência no eleitorado e, sobretudo, o apoio do atual governador Ronaldo Caiado (União Brasil), peça-chave na construção do projeto de sucessão.
Com base nas discussões mais recentes, diversos nomes surgem como cotados para compor a chapa majoritária encabeçada por Daniel, cada um representando forças distintas da base governista:
Paulo do Vale (União Brasil) Prefeito de Rio Verde, no Sudoeste goiano, é um dos mais fortes postulantes ao posto. Com gestão bem avaliada, representa o agronegócio e possui apoio de lideranças políticas e econômicas da região. Sua indicação daria capilaridade ao MDB no interior produtivo.
Bruno Peixoto (União Brasil) Político considerado experiente nas urnas, deputado e presidente da Assembleia Legislativo de Goiás (ALEGO) é visto pela base como nome agregador entre dois partidos (União Brasil / MDB) que formam a nova conjectura regional em Goiás. Potencial de articulação e posição favorece Bruno.
Ana Paula Rezende (MDB) Filha do ex-prefeito Iris Rezende (MDB), poderá ser sondada por Daniel e Caiado por ter uma atuação discreta na política, sem a rejeição de outros determinados nomes da política goiana, ao agregar peso do eleitorado feminino com ampla condições de somar numa gestão inovadora.
José Mário Schreiner (MDB) Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) e ex-deputado federal, Schreiner é figura de destaque no setor rural e tem laços políticos sólidos com Ronaldo Caiado. É visto como uma alternativa de peso para atrair o setor agropecuário.
Diego Sorgatto (União Brasil) Prefeito de Luziânia, é citado por sua força eleitoral no Entorno do Distrito Federal. É habilidoso articulador e busca projeção estadual. Sua presença na chapa fortaleceria a representatividade da região, estratégica nas eleições.
Pábio Mossoró (MDB) Prefeito de Valparaíso de Goiás, também no Entorno, atua para que a região tenha voz no núcleo central da chapa. É um dos nomes mais próximos do núcleo mdebista e tem histórico de reeleição e bons índices de aprovação.
Pedro Sales (União Brasil) Secretário estadual de Infraestrutura, tem perfil técnico e é conhecido por sua eficiência na gestão de obras e parcerias públicas. Seu nome é cogitado como símbolo de continuidade da gestão técnica e moderna implantada por Caiado.
Gustavo Mendanha Ex-prefeito de Aparecida de Goiânia e ex-candidato ao governo em 2022, Mendanha é visto como trunfo eleitoral. Seu nome aparece tanto para vice quanto para uma possível candidatura ao Senado, dependendo da formação final da chapa.
Wilde Cambão (PSD) Deputado estadual com base no Entorno, exerceu liderança do governo na Assembleia Legislativa. É um nome forte no Legislativo e pode agregar apoio político de parlamentares à candidatura de Vilela.
Lucas Antonietti (União Brasil) Prefeito de Águas Lindas de Goiás, tem se destacado por sua atuação na saúde e educação. Sua gestão é bem vista na região do Entorno, o que lhe garante espaço entre os nomes ventilados para vice.
Carlinhos do Mangão (PL) Prefeito de Novo Gama, é uma alternativa fora do eixo MDB-União Brasil. Mesmo sendo do PL, partido de oposição, seu nome circula como possível ponte política entre alas conservadoras e a base governista.
Segundo fontes ouvidas pelo GOYAZ, a definição do vice deve buscar equilíbrio entre os interesses do MDB e do União Brasil, partidos que formam a base de sustentação da atual administração estadual. O Entorno de Brasília e o Sudoeste goiano são regiões estratégicas e pressionam por representatividade na chapa.
O aval de Caiado será determinante no fechamento do nome, que deverá procurar preservar o legado da atual gestão e consolidar a aliança política que tem mantido o grupo no comando do estado.
A escolha do vice é considerado, por analistas, como uma espécie de marco decisivo para a campanha de Daniel e tende a influenciar diretamente a formação das coligações proporcionais e o desempenho da chapa majoritária nas eleições de 2026.