
Suspeitos de matar Daiane Alves de Souza são presos com malas prontas: a residência do síndico Cléber Rosa de Oliveira, detido sob suspeita do homicídio da corretora Daiane Alves de Souza, foi alvo de invasão e depredação na tarde desta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026. O imóvel, localizado em Caldas Novas, apresentou danos estruturais e pichações em áreas comuns do condomínio, conforme registros em vídeo obtidos por canais de Notícias locais.
Suspeitos de matar Daiane Alves de Souza são presos com malas prontas
Imagens capturadas pela Polícia Militar de Goiás revelam o quadro de energia do apartamento danificado e inscrições com tinta vermelha nas paredes do imóvel. O síndico, de 49 anos, e seu filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27 anos, foram presos nas primeiras horas do dia no Condomínio Golden Thermas Residence. No momento da abordagem, os suspeitos estavam com malas preparadas, o que indicava uma provisória tentativa de evasão da cidade.
A operação foi coordenada pela Polícia Civil de Goiás, envolvendo a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) e o Grupo de Investigações de Homicídios (GIH). Para efetuar a prisão, as equipes policiais precisaram arrombar a porta do apartamento, uma vez que os residentes não atenderam aos chamados. A ação integrada entre diferentes delegacias reflete a Política de repressão a crimes violentos adotada no estado.
Após a detenção, Cléber confessou a autoria do crime e forneceu as coordenadas do local onde o corpo foi ocultado. O cadáver de Daiane, que estava desaparecida desde 17 de dezembro, foi localizado em uma zona de mata a cerca de 15 quilômetros do condomínio.
O impacto do crime gerou repercussão em diversas Cidades turísticas da região, resultando em manifestações de revolta por parte de populares. A segurança no condomínio foi reforçada após os atos de vandalismo registrados no apartamento do suspeito. O caso segue sob sigilo parcial para a conclusão das oitivas e análise de provas periciais coletadas na residência e no local da desova.
Autoridades de segurança do Estado de Goiás reforçaram que a investigação contou com suporte de inteligência para monitorar os passos dos investigados antes da execução dos mandados. O inquérito policial deverá detalhar a dinâmica do assassinato e a participação de cada um dos detidos na ocultação do cadáver. O Ministério Público aguarda a conclusão do relatório para o oferecimento da denúncia formal.
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