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25 milhões por Maduro EUA oferecem

A medida aumenta a pressão internacional sobre o regime venezuelano, intensificando a batalha dos EUA contra o narcoterrorismo

25 milhões por Maduro EUA oferecem: a Administração de Repressão às Drogas dos Estados Unidos (DEA) anunciou publicamente, através de sua conta na rede social X, uma recompensa de até US$ 25 milhões por informações que levem à prisão e/ou condenação do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.

A medida eleva a pressão internacional sobre o regime venezuelano, intensificando a batalha dos EUA contra o que consideram uma rede de narcoterrorismo.

A publicação da recompensa ocorre logo após o Departamento do Tesouro americano ter designado o “Cartel de Los Soles” como uma organização terrorista internacional na sexta-feira, 25 de julho. A designação acusou diretamente Maduro de liderar esse grupo.

No cartaz divulgado pela DEA, disponível em versões em inglês e espanhol, o líder venezuelano é formalmente acusado de conspiração para narcoterrorismo, importação de cocaína, uso e porte de metralhadoras, e outros crimes relacionados a drogas.

Para incentivar a colaboração, um endereço de e-mail do governo foi disponibilizado para o envio de informações, com a garantia de que as identidades dos informantes permanecerão confidenciais.

25 milhões por Maduro EUA oferecem

Além de Maduro, a publicação da DEA também solicita informações sobre outros nomes proeminentes do regime venezuelano:

  • Diosdado Cabello Rondón: Ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela.
  • Vladimir Padrino López: Ministro da Defesa.

Essas inclusões demonstram que a ofensiva americana não se limita a Maduro, mas busca desmantelar a estrutura de poder que, segundo Washington, estaria envolvida em atividades ilícitas.

O “Cartel de Los Soles” e a Estratégia dos EUA

A administração americana disponibilizou em seu site oficial, através do Departamento do Tesouro dos EUA, a definição do “Cartel de Los Soles” como organização terrorista.

Este suposto grupo criminoso, conforme acusações de Washington, teria corrompido os mais altos escalões políticos, militares e judiciais da Venezuela desde o final da década de 1990 para facilitar o envio massivo de drogas aos Estados Unidos.

O termo “Cartel de Los Soles” (Cartel dos Sóis) faz referência às insígnias douradas usadas por oficiais militares venezuelanos de alta patente.

A designação do “Cartel de Los Soles” segue uma série de outras classificações feitas pelo governo do presidente Donald Trump contra diversas organizações criminosas latino-americanas, como o venezuelano Tren de Aragua e os mexicanos Sinaloa e Jalisco Nueva Generación, entre outros.

Ao categorizar essas organizações como terroristas, os EUA abrem caminho para que suas forças de segurança realizem ações diretas contra os grupos mencionados, inclusive em outros países.

Essa estratégia permite que o governo americano utilize um leque mais amplo de ferramentas, incluindo sanções econômicas severas, congelamento de ativos e, potencialmente, operações militares e de inteligência em cooperação com aliados, para combater essas redes criminosas transnacionais.

A medida representa um aprofundamento da política de “pressão máxima” dos EUA contra o governo de Nicolás Maduro, buscando isolá-lo ainda mais e combater suas fontes de financiamento e apoio.

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Redação GOYAZ

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