Cidades

Daniel Vilela chega a 2027 com base de 63,4% das cadeiras da Alego

Daniel Vilela terá 26 deputados ligados à aliança eleitoral que sustentou sua candidatura ao governo

A eleição de 2026 desenhou uma nova correlação de forças na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para o governo de Daniel Vilela (MDB). Dos 41 deputados estaduais eleitos, 26 pertencem às legendas que integraram a coligação responsável pela eleição do governador, o equivalente a 63,4% das cadeiras da Casa. O resultado estabelece uma maioria absoluta para o grupo que esteve reunido em torno da candidatura de Daniel Vilela (MDB).

O MDB, partido de Daniel Vilela (MDB), será a maior bancada da Assembleia, com sete deputados. Foram eleitos Carol do Amiltinho (MDB), Issy Quinan (MDB), Lineu Olímpio (MDB), Dr. George Morais (MDB), Cairo Salim (MDB), Charles Bento (MDB) e Paulo Cezar Martins (MDB). Sozinho, o partido ocupará 17,1% das cadeiras da próxima legislatura.

O União Brasil terá quatro representantes: Virmondes Cruvinel (União Brasil), Wilde Cambão (União Brasil), André do Premium (União Brasil) e Talles Barreto (União Brasil). O PSD terá Paulo do Vale (PSD) e Coronel Edson Raiado (PSD). As duas legendas ampliam o bloco de partidos que participaram da aliança eleitoral que levou Daniel Vilela (MDB) ao governo de Goiás.

Também estarão no grupo Anderson Teodoro (PRD), Alessandro Moreira (PRD) e Paulin Vai Nele (PRD), além de Keke da Vulkanic (Mobiliza), Bessa (Mobiliza) e Lucas Kitão (Mobiliza). O Agir terá Joscilene do Mangão (Agir) e Graciele da Arte Trigo (Agir). Completam a composição Henrique César (Podemos), Willian Panda (Podemos), Jamil Calife (PP), Cardoso (Republicanos) e Wagner Neto (Solidariedade).

Somadas, essas bancadas chegam às 26 cadeiras associadas às legendas que integraram a coligação de Daniel Vilela (MDB). O número representa 63,4% da Assembleia Legislativa, enquanto os demais 15 deputados correspondem a 36,6% da Casa. A divisão cria uma maioria parlamentar que será a referência inicial para a relação entre o Executivo e o Legislativo a partir de 2027.

Do outro lado, o PL terá cinco deputados: Amauri Ribeiro (PL), Lissauer Vieira (PL), Coronel Urzeda (PL), Eduardo Prado (PL) e Marquinho (PL). O PT terá Fabrício Rosa (PT), Antônio Gomide (PT), Kátia (PT) e Bia de Lima (PT). O PSDB contará com José Machado (PSDB) e Gustavo Sebba (PSDB), enquanto Novo terá Dr. Amarildo (Novo) e Neto Karfan (Novo). GCM Romário Policarpo (Cidadania) completa a composição.

A distribuição das cadeiras, no entanto, exige uma distinção entre base eleitoral e base parlamentar. O fato de um partido ter integrado a coligação que elegeu Daniel Vilela (MDB) não significa que todos os seus deputados votarão necessariamente da mesma maneira em todas as matérias. A relação entre governo e Assembleia será construída ao longo da legislatura, especialmente em projetos de interesse do Executivo, na composição das comissões e nas votações consideradas prioritárias.

Para Daniel Vilela (MDB), a nova composição da Alego representa o início de 2027 com um grupo de 26 deputados pertencentes às legendas que participaram de sua aliança eleitoral. A força numérica do bloco, equivalente a 63,4% das cadeiras, estabelece uma maioria absoluta na Casa. A partir da posse, porém, a composição partidária será transformada em articulação parlamentar, com negociações e posições individuais que definirão, na prática, o tamanho e o funcionamento da base governista durante a nova legislatura.

Redação GOYAZ

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