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Avanço de obras em montanha próxima a Natanz aumenta alerta internacional

Imagens de satélite indicam intensificação de trabalhos em complexo subterrâneo próximo ao centro nuclear

Imagens de satélite compiladas por analistas internacionais indicam aumento de obras em uma formação rochosa próxima ao complexo nuclear de Natanz no Irã. O monitoramento abrange um período de seis anos e aponta movimentação significativa neste ano, enquanto autoridades de inteligência avaliam riscos e capacidades associadas a instalações subterrâneas.

O local conhecido como Pickaxe Mountain está situado a cerca de 225 quilômetros ao sul de Teerã e vem sendo observado por agências desde então. Analistas do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais registraram expansão das escavações e reforço de acessos internos, apontando evolução na infraestrutura do complexo subterrâneo.

Relatórios indicam que as obras passaram de escavação ativa para trabalhos internos de acabamento e consolidação estrutural, segundo avaliação técnica do CSIS. Os analistas consideram que a instalação foi concebida provavelmente para abrigar montagem de centrífugas, enriquecimento de urânio ou outras atividades relacionadas ao programa nuclear do país.

Fontes de inteligência apontaram movimentação logística e discussões sobre transferência de equipamentos sensíveis para a montanha, o que elevou o nível de alerta entre observadores internacionais. Lideranças estrangeiras mencionaram a possibilidade de ações militares direcionadas a alvos enterrados, enquanto planejamentos de ataque e desenvolvimento de capacidades de penetração são documentados em contratos governamentais.

Registros federais mostram justificativas emergenciais e contratos para reparos em instalações de testes no Novo México, atribuídos a agências responsáveis por redução de ameaças e testes de munições. Documentos descrevem prazos curtos e execuções rápidas para validar capacidades classificadas contra ameaças emergentes, com atividades de campo iniciadas e suspensas em questão de semanas.

Imagens públicas do período entre segunda-feira (16) e quarta-feira (18) de fevereiro registram escavação em um sítio conhecido como Alternate Seismic Hardrock in Situ Test Site, utilizado por agências militares para ensaios. As atividades no local coincidiram com contratos emergenciais concedidos à Pate Construction, que encaminhou estimativas e iniciou trabalhos de preparação em prazos descritos como sensíveis à segurança nacional.

Avaliações ambientais indicam que a área de testes foi escavada em rocha granítica, o que torna os impactos e os requisitos de armamento diferentes dos de alvos menos compactos. Especialistas e documentos militares explicam que munições projetadas para bunkers podem não atingir profundidades necessárias, motivando pesquisa e desenvolvimento de sistemas penetradores de nova geração.

Operações anteriores dos Estados Unidos em 2025 mostraram capacidade de destruir estruturas associadas ao programa nuclear, mas também limitação para atingir instalações profundamente enterradas de forma definitiva. Relatos de parlamentares e oficiais militares descrevem entradas soterradas e avaliações que levaram à preservação de estruturas internas por limitações técnicas das munições disponíveis naquele período.

Autoridades informaram que houve planejamento de pacotes de alvos incluindo a montanha monitorada, com cenários avaliando emprego das maiores munições do arsenal para tentar neutralizar instalações enterradas. Fontes indicam que exercícios de planejamento e força tarefa recente mantêm o tema como prioridade, enquanto o ritmo de obras no local influencia decisões estratégicas e táticas.

A análise conclui que, apesar do avanço das construções, a instalação ainda pode não ser operacional para enriquecimento, exigindo tempo adicional e trabalhos de infraestrutura antes de receber equipamentos sensíveis. As observações feitas pelos analistas reforçam a necessidade de vigilância contínua e de monitoramento internacional coordenado para avaliar evolução técnica, ameaças potenciais e opções de resposta multilaterais.

Redação GOYAZ

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